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Neoenergia Brasília destaca talentos do DF no projeto “Museu de Rua”

O projeto “Museu de Rua”, criada pela Neoenergia Brasília, tem a proposta de incentivar a cultura de rua e revitalizar as estruturas

Redação Jornal de Brasília

28/09/2022 11h28

Foto: Acervo Pessoal

O projeto “Museu de Rua”, criada pela Neoenergia Brasília, tem a proposta de incentivar a cultura de rua e revitalizar as estruturas da rede elétrica. Quatro grafiteiros conhecidos da capital foram convidados para ilustrar seus trabalhos em diversas RAs, oferecendo aos brasilienses um novo olhar para a cidade.

O projeto é apoiado pelo Aeroporto de Brasília, TV Globo, TV Record e pela Prefeitura da Quadra 308 Norte.

A gerente de Relações Institucionais da Neoenergia Brasília, Juliana Pimentel, ressalta que projetos envolvendo educação, cultura e arte estão sempre em pauta na instituição.

A ideia inicial do Museu de Rua foi criada em 2015 pelo artista visual Frederico Duarte Calmon Carvalho e pelo curador Sormani Vasconcelos, que eram alunos do departamento de Artes Visuais da UnB.

À época, 12 artistas de rua e um coletivo ocuparam a ET da distribuidora, localizada na 409 Norte. Agora, o projeto segue em uma nova vertente, bem mais ampla. Quatro Estações Transformadoras — no Setor de Rádio e TV Sul e Norte, no Aeroporto de Brasília e na 308 Norte — já estão com um novo visual.

A ideia é que, no próximo ano, a distribuidora lance um concurso cultural. Hoje existem mais de 900 estruturas similares em todo o DF, sendo que dessas, cerca de 600 podem receber o grafite por possuírem paredes de alvenaria.

Artistas

Quatro artistas renomados participaram dessa primeira etapa do “Museu de Rua”.

Além de apresentar seu trabalho, Camila Siren teve a oportunidade de contribuir ao mostrar a força feminina e a importância das mulheres se envolverem neste tipo de projeto.

Daniel, popularmente conhecido no mundo do grafite como Toys, trabalhou na ET do Setor de Rádio e TV Norte. Ele destaca a importância dessa parceria com a Neoenergia Brasília.

Grafite

Nas ET’s grafitadas, é perceptível temas, traços e características diferentes, conquistando quem passa em frente e dando orgulho a quem as produziu.

Toys conta que quis transmitir a sensação de um universo mágico. Sua ideia foi, com as cores, criar uma espécie de portal para um mundo admirável. Já Camila quis transmitir o protagonismo feminino, como símbolo de força e empoderamento, bem como elementos botânicos que, para a artista, são importantes em suas obras.

Na ET localizada no Aeroporto de Brasília, Thales Fernando, o Pomb, traz personagens com traços fortes e que se complementam entre as superfícies da estrutura. O Museu da República, um dos pontos turísticos e símbolo característico de Brasília, compõe a ilustração, formando o nome do artista.

Já na 308 Norte, Marcos Vinícius, o Breubs, ilustrou um misto de cerrado, de natureza e de vida urbana. Paralelo a isso, também mostrou a representatividade negra em um momento de transformação.

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