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Terrenos religiosos no DF são regularizados

A regularização foi concedida a duas áreas da Igreja Sara Nossa Terra. As ocupações históricas em terrenos de Vicente Pires e de Ceilândia

Foto: Renato Alves/Agência Brasília

Na tarde desta sexta-feira (1º), o GDF entregou mais duas escrituras públicas a entidades religiosas. Com a concessão, o DF chegou a 250 igrejas, templos e entidades assistenciais regularizadas em 3 anos.

A regularização foi concedida a duas áreas da Igreja Sara Nossa Terra. As ocupações históricas em terrenos de Vicente Pires e de Ceilândia foram enquadradas na Lei Complementar nº 806/2009.

“Apesar de serem só duas, são bastante simbólicas, porque era uma demanda de mais de 24 anos dessa igreja, que tentava regularizar sua ocupação histórica”, destaca o diretor de Regularização Social e Desenvolvimento Econômico da Terracap, Leonardo Mundim.

De acordo com ele, a entrega das escrituras é um reconhecimento do trabalho relevante para o DF e que foi possível com a alteração de decretos e de leis.

“Isso passou não só pela mudança de fluxo de procedimentos, como pela melhoria da legislação, para que permitisse agilização procedimental e segurança jurídica às igrejas, aos templos e às entidades assistenciais”, defende o diretor.

O processo ocorre por meio do Programa Igreja Legal, lançado em 2019, por intermédio da Terracap e da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação.

A iniciativa inclui uma série de ações para facilitar a regularização fundiária dos templos ou entidades de assistência social instalados até 22 de dezembro de 2016 e que continuam desenvolvendo atividades no imóvel.

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O fundador da Igreja Sara Nossa Terra, Bispo Rodovalho, comemora a conquista: “É algo muito esperado, não só por mim, como por toda a nossa comunidade há décadas.

São áreas em que estamos trabalhando e desenvolvendo projetos de fé e sociais”. Agora, a entidade poderá pagar pelas áreas e legalizar o processo.

“Graças a Deus, o governador Ibaneis Rocha tomou uma atitude pró-ativa para regularizar essas áreas. Podemos encerrar um capítulo que até então estava muito dúbio. A documentação é responsabilidade financeira”, completa.

Com informações da Agência Brasília

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