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Filme Beira-mar fala de temas como identidade sexual e família

Arquivo Geral

05/11/2015 6h00

Michel Toronaga

michel.toronaga@jornaldebrasilia.com.br

O período das (re)descobertas durante a fase da adolescência dá força para Beira-mar, longa-metragem gaúcho que estreia hoje nos cinemas. Na trama, Martin e Tomaz são dois amigos que viajam juntos para resolver uma pendência familiar de um deles. Ficam hospedados, sozinhos, numa casa em frente à praia.

O que seria apenas uma demonstração de amizade faz com que eles se conheçam ainda mais. Entre confissões e lembranças, os personagens interpretados por Mateus Almada e Maurício José Barcellos dividem segredos e até mesmo intimidades.

O filme da dupla de cineastas Filipe Matzembacher e Marcio Reolon tem uma história humana e merece ser visto pela abordagem natural dos temas que são lidados. E esse é seu maior mérito, criar um drama  que soa autêntico e contemporâneo.

O elenco é talentoso, dos protagonistas aos coadjuvantes. E é impossível não elogiar a bela fotografia, que transmite o frio do inverno sulista.

Aos olhos do grande público, Beira-mar pode ser comparado com Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, de  Daniel Ribeiro. Porém, apesar de falar de sexualidade juvenil, o resultado é diferente. Ambos merecem ser vistos por representarem a boa safra do cinema nacional.

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