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Futebol

Técnico da Seleção Brasileira culpa as férias por atuação ruim de Neymar

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O técnico Rogério Micale não deu muita importância à atuação ruim do atacante Neymar no empate sem gols entre Brasil e África do Sul, nesta quinta-feira, no Mané Garrincha, pela primeira rodada do torneio de futebol dos Jogos Olímpicos. Segundo ele, o grande destaque da Seleção só precisa de uma sequência de partidas para voltar a encantar.

“O Neymar é um jogador diferenciado, que sabe o que representa para a Seleção Brasileira. Ele tentou fazer o melhor. Precisamos ver que ele teve um período muito grande de férias e está readquirindo ritmo de jogo agora”, justificou, otimista. “O Neymar vai crescer muito durante a competição. É um jogador em quem a gente confia muito.”

Antes da decepcionante estreia brasileira, Neymar chegou a demonstrar insatisfação com um jornalista que questionou o seu comprometimento com a Seleção, visto que estava chamando a atenção fora de campo.

O discurso despreocupado de Rogério Micale, contudo, valeu ainda para o conjunto da Seleção Brasileira. O técnico preferiu valorizar a África do Sul a criticar o seu time pela frustração na primeira rodada do grupo A.

Individualmente, alguns companheiros de Neymar também foram defendidos. Como o atacante Gabriel Jesus, que desperdiçou a melhor oportunidade de gol da partida, aos 24 minutos do segundo tempo, quando chutou na trave diante do gol aberto.

“O Gabriel Jesus tentou. Estava com a marcação muito encaixada nele, com jogadores fortes da equipe adversária. Ele procurou fazer o seu melhor”, minimizou, advogando também em favor do condicionamento físico do meia Renato Augusto, um dos três convocados do Brasil com mais de 23 anos (os outros são Neymar e o goleiro Weverton).

“O Renato está participando normalmente da temporada na China. Ele tem um personal trainer, e os números dele são ótimos. Como toda a nossa equipe, o Renato teve dificuldades porque a equipe adversária era muito boa”, desconversou Micale. “Os problemas não competem a um ou outro jogador. Estamos falando de um todo, de um contexto coletivo. Vamos tratar a evolução dessa forma”, encerrou.


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