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Mudança polêmica; pouca gente

Jornal de Brasília antecipa a chegada de Márcio Fernandes para o lugar de Mauro Fernandes. Preço alto dos ingressos prejudica festa do Flamengo no Mané Garrincha

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em

Foto: Agência Brasil
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Olavo David Neto e Petronilo Oliveira
redacao@grupojbr.com

Bagunça amarela

Conforme antecipamos na edição do Jornal de Brasília desta segunda-feira (17), o novo técnico do Brasiliense é Márcio Fernandes. Márcio será apresentado às 16h no Centro de Treinamento do clube de Taguatinga. Entretanto, a informação não é confirmada pela presidente da agremiação, Luiza Estevão. “(O novo técnico) você só saberá hoje à tarde. Sou chata mesmo com isso (antecipar informação antes da apresentação)”, disse.

Em seguida, Luiza explicou o motivo da saída de Mauro. “Mauro teve problemas com gerentes e com comissão. Porém, existe uma história falsa rolando sobre influência de elenco, o que não teve. Inclusive, Mauro chegou ano passado antes de começar a temporada e teve total autonomia para tirar e colocar no time quem ele quisesse, muitos jogadores que ele mesmo trouxe (e dispensou outros) não foram aproveitados, por escolha dele”, concluiu.

O que interessa é: assim como Mauro teve a chance de escolher quem quisesse, Márcio poderá fazer o mesmo? Vai reformular o elenco com o Candangão em andamento? E o foco principal na Série D do Brasileiro? Planejamento e prioridades não fazem mal a ninguém. Muito pelo contrário.

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Antes de conseguir contato com Luiza Estevão, a Entrelinhas soube que Márcio, que estava sem emprego, e já tinha passagem pelo Jacaré em 2012 e 2013, será anunciado hoje depois do almoço, mas já está estreia contra o Luziânia no Estádio Serra do Lago, às 19h30m na quarta-feira (19).

Cadê a festa do povo?

A nova gestora do Mané Garrincha, Arena BSB, começou com dois principais problemas nesse início de administração, pelo menos com relação ao esporte. Os brasilienses podem até ter maior poder aquisitivo do que pessoas da maioria das Unidades da Federação. Mas a final da Supercopa do Brasil foi pra lá de gourmetizada e por isso não teve estádio cheio. A Arena anunciou que só entraria com meia-entrada quem apresentasse carteirinha de estudante, algo que não foi cobrado, mas espantou muita gente do estádio.

A expectativa para a primeira decisão no Distrito Federal, onde a maioria da população é flamenguista fez com que fosse criada a expectativa de que o estádio estivesse lotado com aproximadamente 71 mil pessoas, mas os menos de 50 mil presentes (público inferior ao Fla x Flu da Taça Guanabara, ao Flamengo x Resende e Flamengo x Madureira) mostra que é preciso ser mais inteligente ao lidar com futebol. Mesmo com o time estando realmente em outro patamar dentro das quatro linhas.

Já o Athletico Paranaense precisa abrir o olho e pelas entrevistas dadas por alguns jogadores, já é nítida a insatisfação com Dorival Júnior, visto que o time já tinha uma padronização no estilo de jogo e o novo técnico está implementando o dele e desagradando jogadores como Nikão e Wellington, líderes do elenco.

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Em defesa de Dorival vai o pouco tempo de trabalho e o grande número de saída de jogadores sem uma reposição aceitável. Deixaram o clube Pedro Henrique e Léo Pereira (zagueiros), Renan Lodi (lateral-esquerdo no meio do ano passado), Bruno Guimarães e Camacho, cérebros do time, Marcelo Cirino e Marco Rubem (atacantes). É bom o Furacão se mexer e ir às comprar, caso queira manter o excelente patamar.

Aplausos à reação

As manifestações racistas da torcida do Vitória de Guimarães contra Marega, no duelo diante do Porto, no último domingo, tomaram o noticiário esportivo em Portugal e geraram reações de diversos setores da sociedade.

Após a partida, Marega usou as redes sociais para desabafar. Ele escreveu contra os torcedores do Vitória de Guimarães e também contra o árbitro do jogo, Luis Godinho, que lhe deu um cartão amarelo pela reação após marcar seu gol.

“Gostaria apenas de dizer a esses idiotas que vêm ao estádio fazer gritos racistas … vá se f… E também agradeço aos árbitros por não me defenderem e por terem me dado um cartão amarelo porque defendo minha cor da pele. Espero nunca mais encontrá-lo em um campo de futebol! VOCÊ É UMA VERGONHA !!!!”, desabafou o jogador.

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Mandou bem, Marega, ao contrário do árbitro e de seus companheiros de equipe. O primeiro por dá-lo cartão amarelo; os demais por não terem saído do jogo com ele.


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