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Após reunião, Abel Braga pede demissão e não é mais o treinador do Vasco

Nesta segunda-feira, um dia depois da derrota no clássico contra o Fluminense ele acertou a sua saída do clube após uma reunião com dirigentes vascaínos

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Foto: Bruno Haddad/ Cruzeiro
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Durou exatos três meses a terceira passagem de Abel Braga como treinador do Vasco. Nesta segunda-feira, um dia depois da derrota no clássico contra o Fluminense, ele acertou a sua saída do clube após uma reunião com dirigentes vascaínos, incluindo o presidente Alexandre Campello, no CT do Almirante, no Rio de Janeiro. A decisão partiu do próprio técnico.

Anunciado em 16 de dezembro, Abel Braga, atualmente com 67 anos, dirigiu o Vasco em 14 jogos – com quatro vitórias, cinco empates e cinco derrotas (aproveitamento de 40,4%). Com ele, o time alvinegro foi eliminado na fase de classificação da Taça Guanabara (primeiro turno do Campeonato Carioca) e se classificou à 3ª fase da Copa do Brasil e à segunda da Copa Sul-Americana. Na Taça Rio, o segundo turno do Estadual, a vaga nas semifinais já é considerada improvável.

O contrato de Abel Braga com o Vasco não tinha multa rescisória. Desde que iniciou o trabalho no clube, no início deste ano, ele ainda não recebeu salários.

“Como falei na minha última coletiva, depois do jogo contra o Goiás, gosto muito do Vasco, do presidente, dos jogadores, da torcida e do ambiente de trabalho. Mesmo com a crise financeira, jamais faltou dedicação e entrega. Mas as coisas não estão acontecendo da forma como imaginamos. Assim, num momento em que os campeonatos estão parados por motivo de força maior, saio para que o clube encontre um profissional que tenha tempo para trabalhar e tentar os ajustes necessários. Fica o meu agradecimento a todos”, afirmou Abel Braga em nota oficial divulgada pela sua assessoria de imprensa.

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Com as competições no Brasil e na América do Sul paralisadas por conta da pandemia do novo coronavírus, denominado Covid-19, a diretoria do Vasco terá tempo para achar um substituto. Uma das opções é Eduardo Barroca, ex-Botafogo e atualmente no Coritiba. Outra é dar uma chance para o auxiliar-técnico fixo Ramon Menezes, ex-jogador e ídolo do clube que está na função desde o ano passado.

 

Estadão Conteúdo




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