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Yalla, habib! Hoje a noite é do Oriente

Arquivo Geral

08/11/2003 0h00

Em apresentação única, o Espaço Cultural Anatel (SAS, quadra 6) brinda o público hoje à noite com um belo espetáculo que promete agradar: Al Fondouq, que mostra uma série de danças orientais com a bailarina Zhairah, as alunas do Ishtar e, de São Paulo, Shaide Halim e seu grupo de danças.

Brindar é maneira de dizer, já que o espetáculo, que começa às 21h, tem ingressos vendidos a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (para estudantes devidamente documentados ou que levem um brinquedo, novo ou usado, em boas condições, para futura doação a instituições de caridade). Mas Al Fondouq é, pelo menos, uma grata oportunidade para o público se deleitar com a sensualidade e a magia que caracterizam as danças do Oriente. São mais de 30 bailarinas em cena, com uma trilha sonora consistente que tem desde os temas clássicos do cancioneiro árabe até as canções pop orientais, além de algumas peças do gênero etnopop mundial. Não bastasse o enlevo musical, o espetáculo será permeado por textos de Khalil Gibran e de Rabindranath Tagore. A essência de Al Fondouq, acentuam seus organizadores, é a de mostrar que o grande barato da vida é estar aberto à troca, ao aprendizado mútuo entre as mais diferentes culturas existentes no planeta. Para isso, retomam-se aspectos da tradição da música e da dança, manifestações que têm linguagem universal. Diferentes estilos de se louvar ao belo e ao sagrado – que é, afinal, a origem de muitas danças vindas do Oriente – são mostrados nesse espetáculo. Zhairah já é conhecida em Brasília, atuando à frente do Estúdio Isthar. Shaide Halim, por sua vez, faz sua estréia na cidade, trazendo ao público suas coreografias Samarkanda e Maracatu Persa, com músicas do multiinstrumentista Marcus Santuris – brasileiro e universal.

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    08/11/2003 0h00

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    Brindar é maneira de dizer, já que o espetáculo, que começa às 21h, tem ingressos vendidos a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (para estudantes devidamente documentados ou que levem um brinquedo, novo ou usado, em boas condições, para futura doação a instituições de caridade). Mas Al Fondouq é, pelo menos, uma grata oportunidade para o público se deleitar com a sensualidade e a magia que caracterizam as danças do Oriente. São mais de 30 bailarinas em cena, com uma trilha sonora consistente que tem desde os temas clássicos do cancioneiro árabe até as canções pop orientais, além de algumas peças do gênero etnopop mundial. Não bastasse o enlevo musical, o espetáculo será permeado por textos de Khalil Gibran e de Rabindranath Tagore. A essência de Al Fondouq, acentuam seus organizadores, é a de mostrar que o grande barato da vida é estar aberto à troca, ao aprendizado mútuo entre as mais diferentes culturas existentes no planeta. Para isso, retomam-se aspectos da tradição da música e da dança, manifestações que têm linguagem universal. Diferentes estilos de se louvar ao belo e ao sagrado – que é, afinal, a origem de muitas danças vindas do Oriente – são mostrados nesse espetáculo. Zhairah já é conhecida em Brasília, atuando à frente do Estúdio Isthar. Shaide Halim, por sua vez, faz sua estréia na cidade, trazendo ao público suas coreografias Samarkanda e Maracatu Persa, com músicas do multiinstrumentista Marcus Santuris – brasileiro e universal.

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