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Um casal que nunca se casou na ficção

Arquivo Geral

13/03/2004 0h00

Marido e mulher em casa, companheiros em cena, Paulo Goulart e Nicette Bruno estão comemorando 50 anos de casamento. Mas, se contracenaram exaustivamente nos palcos, ainda há uma situação inédita na vida do simpático casal: viver um par romântico na TV. “A dificuldade deve estar no enquadramento, por causa da nossa diferença de altura”, brinca a atriz.

O olhar apaixonado e o sorriso largo de encantamento mútuo são os mesmos de cinco décadas atrás. E quem hoje os vê juntos depois de tanto tempo, logo quer saber o segredo da união duradoura. “Felicidade não tem receita. No nosso caso, há muita cumplicidade, boa vontade e bom humor”, explica o ator, que como Nicette tem 71 anos.

A história em conjunto teve início no palco quando, em São Paulo, ela o contratou para ser galã do Teatro Íntimo Nicette Bruno. “Os sininhos tocaram e os deuses da ribalta abençoaram”, diz a atriz, ressaltando que, naquela época, a vida a dois era construída em etapas: “Namoramos durante um ano, ficamos noivos por mais um e só então casamos”.

Respeitadas as individualidades, Paulo e Nicette têm igual paixão pela profissão. “Nossa matéria-prima é o ser humano, lidamos com as emoções a todo momento e aprendemos muito com isso. Uma relação estável deve começar na vertical. O horizontal é só uma boa conseqüência”, ensina ele.

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    O olhar apaixonado e o sorriso largo de encantamento mútuo são os mesmos de cinco décadas atrás. E quem hoje os vê juntos depois de tanto tempo, logo quer saber o segredo da união duradoura. “Felicidade não tem receita. No nosso caso, há muita cumplicidade, boa vontade e bom humor”, explica o ator, que como Nicette tem 71 anos.

    A história em conjunto teve início no palco quando, em São Paulo, ela o contratou para ser galã do Teatro Íntimo Nicette Bruno. “Os sininhos tocaram e os deuses da ribalta abençoaram”, diz a atriz, ressaltando que, naquela época, a vida a dois era construída em etapas: “Namoramos durante um ano, ficamos noivos por mais um e só então casamos”.

    Respeitadas as individualidades, Paulo e Nicette têm igual paixão pela profissão. “Nossa matéria-prima é o ser humano, lidamos com as emoções a todo momento e aprendemos muito com isso. Uma relação estável deve começar na vertical. O horizontal é só uma boa conseqüência”, ensina ele.

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