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Surge um grande cantor de jazz

Arquivo Geral

16/12/2003 0h00

Ele está sendo considerado como “o novo Frank Sinatra”, a mesma alcunha dada a Harry Conick Jr. quando o pianista e intérprete surgiu nos anos 90. A gravadora o apresenta assim: “Este garoto canta muito”. Verdade, o canadense Michael Bublé é uma grata surpresa para quem gosta de boa música levada por uma grande voz.

Ele canta desde os dez anos, faz sucesso em Vancouver (Canadá) desde os 17, mas só agora, aos 25 anos, Michael Bublé surge com um lançamento mundial, apadrinhado por Paul Anka, de quem gravou a célebre Put Your Head on My Shoulder. Seu repertório reúne grandes temas do jazz e da música pop, todos vertidos para um estilo muito próprio de interpretação, que sugere à primeira vista uma comparação com George Michael (Kissing a Fool), Freddie Mercury (Crazy Little Thing Called Love) e Frank Sinatra (For Once in My Life e Summer Wind), além de reviver os Bee Gees com a bela How Can You Mend a Broken Heart, sem que com isso Bublé se deprecie. Pelo contrário: ao buscar esse repertório, ele se lançou em um teste corajoso, o de submeter seu talento ao julgo popular na referência imediata com seus ídolos. Está aprovado.

A vida e a carreira de Michael Bublé se confundem em uma mesma história de amor e companheirismo. Neto de um bombeiro hidráulico, Bublé conheceu a boa música influenciado pelo avô. Por ele teve acesso a The Mills Brothers. “Apear de adorar rock e música moderna, foi naquele momento que descobri o que queria fazer”, explica o cantor na apresentação do disco.

O garoto cresceu ouvindo Rosemary Clooney, Ella Fitzgerald, Stevie Wonder, Elvis Presley e Sarah Vaughan. Passou a concorrer em festivais. Ganhou todos, mas foi desclassificado depois, por ser menor de idade. Seu avô, então, propôs trabalhar de graça nas casas dos músicos de Vancouver, para que Michael pudesse cantar.

No dia certo, na hora certa e tendo na platéia a pessoa certa, Bublé foi cantar no casamento da filha do premiê canadense Brian Mulroney. Visto pelo produtor David Foster, saiu de lá contratado pela Warner. O resultado dessa história está nas 13 faixas dessa estréia.

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    16/12/2003 0h00

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    Ele canta desde os dez anos, faz sucesso em Vancouver (Canadá) desde os 17, mas só agora, aos 25 anos, Michael Bublé surge com um lançamento mundial, apadrinhado por Paul Anka, de quem gravou a célebre Put Your Head on My Shoulder. Seu repertório reúne grandes temas do jazz e da música pop, todos vertidos para um estilo muito próprio de interpretação, que sugere à primeira vista uma comparação com George Michael (Kissing a Fool), Freddie Mercury (Crazy Little Thing Called Love) e Frank Sinatra (For Once in My Life e Summer Wind), além de reviver os Bee Gees com a bela How Can You Mend a Broken Heart, sem que com isso Bublé se deprecie. Pelo contrário: ao buscar esse repertório, ele se lançou em um teste corajoso, o de submeter seu talento ao julgo popular na referência imediata com seus ídolos. Está aprovado.

    A vida e a carreira de Michael Bublé se confundem em uma mesma história de amor e companheirismo. Neto de um bombeiro hidráulico, Bublé conheceu a boa música influenciado pelo avô. Por ele teve acesso a The Mills Brothers. “Apear de adorar rock e música moderna, foi naquele momento que descobri o que queria fazer”, explica o cantor na apresentação do disco.

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    No dia certo, na hora certa e tendo na platéia a pessoa certa, Bublé foi cantar no casamento da filha do premiê canadense Brian Mulroney. Visto pelo produtor David Foster, saiu de lá contratado pela Warner. O resultado dessa história está nas 13 faixas dessa estréia.

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