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Sem passagens, grupo punk falta a show no Pistão Sul

Arquivo Geral

22/01/2004 0h00

A banda punk Ratos de Porão não veio a Brasília para o show de domingo passado no Pistão Park Show. O motivo, alegado somente ontem no site oficial do grupo de João Gordo, foi a falta do envio das passagens aéreas por parte dos promotores do show em Taguatinga. De acordo com o empresário do Ratos do Porão, Renato Martins, a banda tentou contornar a situação até as 23h do sábado, mas as passagens não haviam sido enviadas até então.

Márcio Vinícius, um dos produtores do show, se defende, afirmando que o espetáculo não ocorreu porque a banda não quis viajar pela nova companhia aérea BRA. “Tínhamos negociado 16 passagens pela empresa, mas o empresário deles disse que a banda não viajaria por essa linha porque os vôos sempre chegam com atraso e não oferecem serviço de bordo”.

De acordo com o produtor, algumas pessoas, revoltadas, promoveram um quebra-quebra generalizado na boate onde o show seria realizado.

“Tive de arcar com um prejuízo de R$ 1.600 pelo quebra-quebra e ainda vou ter que pagar uma multa por rescisão de contrato”, afirma.

Márcio Vinícius garantiu que o show foi cancelado e não adiado, mas não garantiu se as pessoas que compraram ingresso com antecedência serão reembolsadas.

O punk Régis Soares, fã do Ratos de Porão, está inconsolável. Ele viajou 220 quilômetros num ônibus interestadual – da cidade mineira de Paracatu até o Pistão Sul, em Taguatinga, para assistir ao show de sua banda favorita. “Gastei R$ 40 com o ônibus de ida e volta para Minas e paguei mais R$ 5 pelo ingresso adiantado. Não sei o que fazer”, reclama.

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    22/01/2004 0h00

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    Márcio Vinícius, um dos produtores do show, se defende, afirmando que o espetáculo não ocorreu porque a banda não quis viajar pela nova companhia aérea BRA. “Tínhamos negociado 16 passagens pela empresa, mas o empresário deles disse que a banda não viajaria por essa linha porque os vôos sempre chegam com atraso e não oferecem serviço de bordo”.

    De acordo com o produtor, algumas pessoas, revoltadas, promoveram um quebra-quebra generalizado na boate onde o show seria realizado.

    “Tive de arcar com um prejuízo de R$ 1.600 pelo quebra-quebra e ainda vou ter que pagar uma multa por rescisão de contrato”, afirma.

    Márcio Vinícius garantiu que o show foi cancelado e não adiado, mas não garantiu se as pessoas que compraram ingresso com antecedência serão reembolsadas.

    O punk Régis Soares, fã do Ratos de Porão, está inconsolável. Ele viajou 220 quilômetros num ônibus interestadual – da cidade mineira de Paracatu até o Pistão Sul, em Taguatinga, para assistir ao show de sua banda favorita. “Gastei R$ 40 com o ônibus de ida e volta para Minas e paguei mais R$ 5 pelo ingresso adiantado. Não sei o que fazer”, reclama.

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