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Santoro, o internacional

Arquivo Geral

06/11/2003 0h00

Rodrigo Santoro não tem meias-palavras nem falsa modéstia: diz achar supernormal que a beleza lhe abra portas. Também sabe que é não todo dia que um ator brasileiro consegue espaço no mercado internacional, mas manda um “tô nem aí” quando perguntam se sente pressionado a fazer sucesso fora do País.

Aos 27 anos, o ator, nos últimos tempos, desponta em breve no cinema, em participação na comédia romântica Simplesmente Amor, do diretor britânico Richard Curtis, o roteirista de filmes como Quatro Casamentos e um Funeral e Um Lugar Chamado Notting Hill.

Rodrigo, que fez teste para o filme a partir da indicação de uma produtora de elenco que o viu em Abril Despedaçado, de Walter Salles, faz questão de mostrar tranqüilidade diante do fato de ser considerado a grande promessa do cinema brasileiro. “Se for entrar nessa, eu piro”, conclui. Prefere deixar claro sua intenção em participar de projetos que acrescentem.

“O que me move é a história que vou contar, o desafio que vou viver e o quanto vou aprender”, diz. Foi por isso que se interessou pelo papel de Karl, em Simplesmente Amor, depois da falada participação em As Panteras – Detonando. “O papel é pequeno e tal, mas pensei: se eu meter bronca no inglês, posso fazer. O personagem é discreto – os principais são os vividos por Hugh Grant e Liam Neeson –, mas tem ótimos momentos na trama, dividida entre oito histórias de amor.

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    06/11/2003 0h00

    Rodrigo Santoro não tem meias-palavras nem falsa modéstia: diz achar supernormal que a beleza lhe abra portas. Também sabe que é não todo dia que um ator brasileiro consegue espaço no mercado internacional, mas manda um “tô nem aí” quando perguntam se sente pressionado a fazer sucesso fora do País.

    Aos 27 anos, o ator, nos últimos tempos, desponta em breve no cinema, em participação na comédia romântica Simplesmente Amor, do diretor britânico Richard Curtis, o roteirista de filmes como Quatro Casamentos e um Funeral e Um Lugar Chamado Notting Hill.

    Rodrigo, que fez teste para o filme a partir da indicação de uma produtora de elenco que o viu em Abril Despedaçado, de Walter Salles, faz questão de mostrar tranqüilidade diante do fato de ser considerado a grande promessa do cinema brasileiro. “Se for entrar nessa, eu piro”, conclui. Prefere deixar claro sua intenção em participar de projetos que acrescentem.

    “O que me move é a história que vou contar, o desafio que vou viver e o quanto vou aprender”, diz. Foi por isso que se interessou pelo papel de Karl, em Simplesmente Amor, depois da falada participação em As Panteras – Detonando. “O papel é pequeno e tal, mas pensei: se eu meter bronca no inglês, posso fazer. O personagem é discreto – os principais são os vividos por Hugh Grant e Liam Neeson –, mas tem ótimos momentos na trama, dividida entre oito histórias de amor.

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