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Restaurantes premiados

Arquivo Geral

17/04/2004 0h00

O clima era, guardadas as devidas proporções, de dia de entrega do Oscar. Produção impecável, uma mestre de cerimônia vestida de gala, no caso a jornalista Mônica Waldvoguel, jornalistas do setor tratados com a devida atenção e concorrentes tensos, que disfarçavam o nervosismo antes do anúncio do prêmio, com risos nervosos regados a champanhe, prosseco italiano e petiscos finos. Esse era o clima da entrega do prêmio aos melhores restaurantes, bares e guloseimas da revista Veja Brasília, realizada no Porto Vitória, na noite da última quinta-feira. Ao todo, foram indicados por 30 jurados, 70 estabalecimentos em 35 categorias.

Pela segunda vez consecutiva, o restaurante Alice, da chef Alice Mesquita, recebeu o prêmio especial como o melhor restaurante da cidade. “O segredo é fazer tudo com muito trabalho e amor com a maiúsculo”, contou ela, enquanto tentava telefonar pelo celular para seus funcionários que aguardavam o resultado com ansiedade.

Jun Ito, proprietário do restaurante japonês Nippon, dividiu o prêmio com o japonês Kosui. “Estou muito feliz. É o reconhecimento de um trabalho”, disse ele, com uma calma mais que zen. Os irmãos Bruno e Mauro Rappel, do restaurante e confeitaria Rappel, ganharam na categoria melhor confeitaria. “Trabalhar com o que gosta, acrescido de vontade e dedicação sempre dá bom resultado”, dizia Mauro, enquanto comemorava com o irmão o recebimento do prêmio.

Debutando no prêmio, a restaurateur Maria Crhistina Costa, proprietária do restaurante O Convento, ganhou na categoria melhor brasileiro. “É fantástico”, resumiu com os olhos brilhando. Como sempre, a chef Mara Alcaminn, do Universal Diner, dançou, gritou e brincou ao subir o palco para receber o prêmio, pelo segundo ano consecutivo, de melhor restaurante contemporâneo. A lista com os melhores pode ser conferida no site www.vejanoite.com.br.

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    Arquivo Geral

    17/04/2004 0h00

    O clima era, guardadas as devidas proporções, de dia de entrega do Oscar. Produção impecável, uma mestre de cerimônia vestida de gala, no caso a jornalista Mônica Waldvoguel, jornalistas do setor tratados com a devida atenção e concorrentes tensos, que disfarçavam o nervosismo antes do anúncio do prêmio, com risos nervosos regados a champanhe, prosseco italiano e petiscos finos. Esse era o clima da entrega do prêmio aos melhores restaurantes, bares e guloseimas da revista Veja Brasília, realizada no Porto Vitória, na noite da última quinta-feira. Ao todo, foram indicados por 30 jurados, 70 estabalecimentos em 35 categorias.

    Pela segunda vez consecutiva, o restaurante Alice, da chef Alice Mesquita, recebeu o prêmio especial como o melhor restaurante da cidade. “O segredo é fazer tudo com muito trabalho e amor com a maiúsculo”, contou ela, enquanto tentava telefonar pelo celular para seus funcionários que aguardavam o resultado com ansiedade.

    Jun Ito, proprietário do restaurante japonês Nippon, dividiu o prêmio com o japonês Kosui. “Estou muito feliz. É o reconhecimento de um trabalho”, disse ele, com uma calma mais que zen. Os irmãos Bruno e Mauro Rappel, do restaurante e confeitaria Rappel, ganharam na categoria melhor confeitaria. “Trabalhar com o que gosta, acrescido de vontade e dedicação sempre dá bom resultado”, dizia Mauro, enquanto comemorava com o irmão o recebimento do prêmio.

    Debutando no prêmio, a restaurateur Maria Crhistina Costa, proprietária do restaurante O Convento, ganhou na categoria melhor brasileiro. “É fantástico”, resumiu com os olhos brilhando. Como sempre, a chef Mara Alcaminn, do Universal Diner, dançou, gritou e brincou ao subir o palco para receber o prêmio, pelo segundo ano consecutivo, de melhor restaurante contemporâneo. A lista com os melhores pode ser conferida no site www.vejanoite.com.br.

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