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Peça invoca crença afro

Arquivo Geral

30/04/2004 0h00

Na cultura Yorubá, Ajalá é o orixá responsável pela modelação das cabeças humanas que irão para a Terra. Embora habilidoso, não é muito responsável e, por isso, muitas vezes modela cabeças defeituosas. Ajalá, o Fazedor de Cabeças, espetáculo teatral baseado nessa lenda, estréia hoje no Teatro Plínio Marcos.

Com direção de Ricardo César, a peça mostra ao público brasiliense as lendas da gênese do mundo segundo a cultura Yorubá, herança dos antepassados nigerianos. Ajalá é fruto de três anos de pesquisas intensas do diretor. O interesse pela entidade surgiu após um amigo de Ricardo comentar que ele devia fazer um trabalho sobre orixás. “Eu me encantei pela cultura do candomblé. Ela é riquíssima e formadora da nossa identidade”, acredita o diretor.

O elenco foi escolhido a dedo por Ricardo César. Os atores Cristiane Sobral, Marcos Vinicius, Nei Cirqueira e Fábio Sabino são os responsáveis por representar no palco figuras mitológicas do panteão africano, como Ogum (Sabino).

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    30/04/2004 0h00

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    Com direção de Ricardo César, a peça mostra ao público brasiliense as lendas da gênese do mundo segundo a cultura Yorubá, herança dos antepassados nigerianos. Ajalá é fruto de três anos de pesquisas intensas do diretor. O interesse pela entidade surgiu após um amigo de Ricardo comentar que ele devia fazer um trabalho sobre orixás. “Eu me encantei pela cultura do candomblé. Ela é riquíssima e formadora da nossa identidade”, acredita o diretor.

    O elenco foi escolhido a dedo por Ricardo César. Os atores Cristiane Sobral, Marcos Vinicius, Nei Cirqueira e Fábio Sabino são os responsáveis por representar no palco figuras mitológicas do panteão africano, como Ogum (Sabino).

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