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O ovo, a galinha e Clarice Lispector

Arquivo Geral

20/11/2003 0h00

Entre tantas figuras carimbadas do Festival, não poderia faltar o ator Chico Diaz, melhor ator em 2002 pelo papel no filme Amarelo Manga, de Cláudio Assis, grande vencedor do festiavl no ano passado. Diaz – que este ano está no curta-metragem O Ovo, de Nicole Algranti, que será exibido hoje, a partir das 20h30, no Cine Brasília – veio acompanhar os bastidores do festival. O curta levou cinco meses para ficar pronto e a grande questão levantada é: quem veio primeiro, o ovo ou a galinha?

A resposta vem da escritora Clarice Lispector, que, ao seu estilo original e filosófico, responde afirmando que a humanidade se questiona desde que aprendeu a pensar.

Quanto aos filmes que estão concorrendo, Chico Diaz mostrou-se satisfeito com a seleção dos longas-metragens. “A comissão sabiamente selecionou os filmes, uma vez que são longas consagrados, de diretores e atores já conhecidos”, comenta.

Desde 1986, Diaz é telespectador assíduo do Festival e no ano passado foi premiado com o filme Amarelo Manga. “Foi surpreendente, porque o filme tinha baixo orçamento e foi consagrado não só pelo Festival de Cinema de Brasília, como em Berlim, entre outros”, revela.

Com a criação do 1º Mercado Mercado de Cinema Brasileiro – que apresenta a produção nacional aos distribuidores estrangeiros em mostra paralela ao festival –, Diaz acredita que seja bom para todos envolvidos com cinematografia. “É uma forma de atores, atrizes, diretores, enfim, todos ganharem visibilidade no mercado estrangeiro”, comenta.

Além do curta de Nicole Algranti, Rua da Amargura, do mineiro Rafael Conde, também será exibido hoje. O curta, que tem 14 minutos, retrata a história de dois irmãos que fazem de tudo para pagar dívidas. No elenco, Nivaldo Pedrosa, Yara de Novaes, Eduardo Moreira, Ronaldo Brandão e Elisa Santana.

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    20/11/2003 0h00

    Entre tantas figuras carimbadas do Festival, não poderia faltar o ator Chico Diaz, melhor ator em 2002 pelo papel no filme Amarelo Manga, de Cláudio Assis, grande vencedor do festiavl no ano passado. Diaz – que este ano está no curta-metragem O Ovo, de Nicole Algranti, que será exibido hoje, a partir das 20h30, no Cine Brasília – veio acompanhar os bastidores do festival. O curta levou cinco meses para ficar pronto e a grande questão levantada é: quem veio primeiro, o ovo ou a galinha?

    A resposta vem da escritora Clarice Lispector, que, ao seu estilo original e filosófico, responde afirmando que a humanidade se questiona desde que aprendeu a pensar.

    Quanto aos filmes que estão concorrendo, Chico Diaz mostrou-se satisfeito com a seleção dos longas-metragens. “A comissão sabiamente selecionou os filmes, uma vez que são longas consagrados, de diretores e atores já conhecidos”, comenta.

    Desde 1986, Diaz é telespectador assíduo do Festival e no ano passado foi premiado com o filme Amarelo Manga. “Foi surpreendente, porque o filme tinha baixo orçamento e foi consagrado não só pelo Festival de Cinema de Brasília, como em Berlim, entre outros”, revela.

    Com a criação do 1º Mercado Mercado de Cinema Brasileiro – que apresenta a produção nacional aos distribuidores estrangeiros em mostra paralela ao festival –, Diaz acredita que seja bom para todos envolvidos com cinematografia. “É uma forma de atores, atrizes, diretores, enfim, todos ganharem visibilidade no mercado estrangeiro”, comenta.

    Além do curta de Nicole Algranti, Rua da Amargura, do mineiro Rafael Conde, também será exibido hoje. O curta, que tem 14 minutos, retrata a história de dois irmãos que fazem de tudo para pagar dívidas. No elenco, Nivaldo Pedrosa, Yara de Novaes, Eduardo Moreira, Ronaldo Brandão e Elisa Santana.

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