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O melhor amigo do homem

Arquivo Geral

24/03/2004 0h00

O garoto de 12 anos Owen Baker trabalhou o verão inteiro levando cães para passear, e seu trabalho foi compensado: ele conseguiu adotar um cão para ele! Mas a aventura está apenas começando: Owen descobre que Hubble, seu querido pet de estimação, é na verdade um viajante interplanetário da estrela Sirius. Milhares de anos atrás, os cães de Sirius vieram à Terra para colonizar e dominar o planeta. Porém, espalharam-se rumores pela galáxia de que eles se desviaram de sua missão original e Hubble foi enviado para investigar. Agora, Owen tem de ajudar Hubble a treinar um grupo indisciplinado de cães da vizinhança para receberem a visita do líder, o poderoso Grande Dane. O problema é que o destino de todos os cachorros na Terra está em risco. Confira essa aventura nos cinemas, com o filme Um Cão do Outro Mundo, em cartaz no Cinemark 10 do Pier 21 (às 13h45, 16h e 18h50), na sala 5 do ParkShopping (às 14h40 e 16h30, dublado) e na sala 5 do Terraço Shopping (às 15h50, 18h e 20h, dublado).

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    24/03/2004 0h00

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      O melhor amigo do homem

      Arquivo Geral

      13/11/2003 0h00

      Desde os primórdios da história da humanidade, a amizade entre o homem e seu cão é tema de discussões e estudos. Na peça CãoCoisa e a Coisa Homem não é diferente. O espetáculo trata do homem por meio de metáforas, elementos mitológicos e poesia. As apresentações serão de amanhã a domingo, no Teatro da Caixa. A peça é um projeto do Ateliê de Criação Teatral (ACT), de Curitiba, uma criação do ator Luis Melo.

      A peça surgiu quando Luis Melo, durante ensaios do último espetáculo, dividia o espaço com um cachorro, que o fazia companhia. “O cão foi mudando a minha colocação dentro do espetáculo”, diz. Os estudos foram feitos a partir de pessoas que declaram amor ao cão, e também à fotografia, música, artes plásticas e literatura. Devido ao espetáculo, Luis adquiriu um cachorro.

      O ator curitibano criou o ACT em 2001 com o objetivo de ter um núcleo de pesquisa fora do eixo Rio-São Paulo. O espetáculo é o primeiro trabalho desenvolvido pelo ateliê, depois da mais de um ano de pesquisa. De acordo com Melo, o cão passou a ser um pretexto para se falar do homem. “O cão é como um complemento para o homem, acaba o humanizando. Ensina a se relacionar”, afirma.

      A peça propõe o questionamento de até que ponto o homem é influenciado pelo cão. É uma brincadeira com o tempo e com o espaço. Não há uma história linear, mas uma sucessão de quadros a serem emendados. “A platéia passa por um controle da ansiedade. Quanto mais se tenta entender, mas distante fica”, conta Melo.

      A direção e dramaturgia é do diretor carioca Aderbal Freire-Filho. Além de Melo, nove atores do ACT fazem parte do elenco. Cada um carrega um objeto que representa seu respectivo cão.

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        13/11/2003 0h00

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        A peça surgiu quando Luis Melo, durante ensaios do último espetáculo, dividia o espaço com um cachorro, que o fazia companhia. “O cão foi mudando a minha colocação dentro do espetáculo”, diz. Os estudos foram feitos a partir de pessoas que declaram amor ao cão, e também à fotografia, música, artes plásticas e literatura. Devido ao espetáculo, Luis adquiriu um cachorro.

        O ator curitibano criou o ACT em 2001 com o objetivo de ter um núcleo de pesquisa fora do eixo Rio-São Paulo. O espetáculo é o primeiro trabalho desenvolvido pelo ateliê, depois da mais de um ano de pesquisa. De acordo com Melo, o cão passou a ser um pretexto para se falar do homem. “O cão é como um complemento para o homem, acaba o humanizando. Ensina a se relacionar”, afirma.

        A peça propõe o questionamento de até que ponto o homem é influenciado pelo cão. É uma brincadeira com o tempo e com o espaço. Não há uma história linear, mas uma sucessão de quadros a serem emendados. “A platéia passa por um controle da ansiedade. Quanto mais se tenta entender, mas distante fica”, conta Melo.

        A direção e dramaturgia é do diretor carioca Aderbal Freire-Filho. Além de Melo, nove atores do ACT fazem parte do elenco. Cada um carrega um objeto que representa seu respectivo cão.

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