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Incompetência não se justifica

Arquivo Geral

04/05/2004 0h00

Até pouco tempo, as emissoras de televisão de países como Estados Unidos e Europa eram referência pela qualidade das suas transmissões. Os grandes eventos esportivos, como as copas de futebol, provas do automobilismo ou os Jogos Olímpicos, não por acaso, sempre foram escolhidos para os lançamentos desses avanços, como a maior quantidade de câmeras, um sistema de áudio capaz de captar a respiração de atletas, etc. Hoje já não é bem assim. Sem medo de errar ou cometer qualquer injustiça, é possível afirmar que o nosso Brasil possui um dos melhores sistemas de transmissão de todo mundo, tanto na área técnica quanto em material humano. Ainda neste último domingo, tivemos um novo e bom exemplo. A ESPN internacional transmitiu o jogo Milan e Roma, que decidiu o campeonato italiano. O time da casa saiu do Estádio San Siro com a vitória e o scudetto, graças a um gol marcado aos dois minutos do primeiro tempo. Acontece que um pênalti, não marcado pelo árbitro na etapa final, poderia ter mudado o rumo da partida. Numa cobrança de falta para o Roma, um jogador do Milan interceptou a bola com o braço dentro da área e a penalidade não foi marcada. Todos que assistiram ao jogo, no estádio ou em casa, tiveram a certeza da irregularidade na jogada normal, mas em nenhum dos replays essa penalidade foi caracterizada, simplesmente porque as câmeras, mal colocadas, não conseguiram pegar o lance. Está certo que o presidente do Milan também é o dono da televisão e primeiro-ministro da Itália, mas nem isso justifica tamanha incompetência.

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