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Evento ultrapassa expectativa de público

Arquivo Geral

24/03/2004 0h00

O Festival de Teatro de Curitiba continua a todo vapor na capital paranaense. Só para se ter uma idéia, no último final de semana foram apresentados 200 espetáculos e um público que ultrapassou a marca de prevista de 100 mil espectadores.

Um dos espetáculos mais aplaudidos do festival, 100, da companhia inglesa The Imaginary Body Theatre Company. A história é contada em inglês, com legendas, mas poderia ser em qualquer idioma, pois fala de temas universais, o amor e a morte. No palco, quatro personagens acabam de descobrir que morreram e estão em um lugar que é uma espécie de limbo. Lá, são instruídos por um homem mais velho, que não se intitula nem Deus, nem a morte.

Apenas orienta aos recém-chegados que eles devem escolher uma única lembrança de suas vidas para levar consigo até a eternidade. E só as pessoas, os lugares, os sentimentos contidos nessa lembrança é que perdurarão. No palco, apenas quatro bambus e uma laranja, que juntamente com os atores, criam as cenas, que na verdade, são as próprias lembranças. O final é surpreendente e as atuações são brilhantes. Uma pena a companhia não sair de Curitiba, em turnê pelo País.

Outra apresentação que mereceu destaque foi O Que Diz Molero, direção de Aderbal Freire-Filho, baseado no texto de 1977, escrito pelo português Diniz Machado. Encabeçando o elenco, o experiente Chico Diaz tem sua vida investigada por dois homens que estão escrevendo um dossiê sobre ele.

Um dos representantes brasilienses que está presente no festival é o espetáculo Striptease, de Júlio Crusccioli. Estreou domingo no Teatro Cultura, com os atores André Amaro e Fabiana Tenório, e foi bastante aplaudido.

Ainda serão apresentadas na Mostra Contemporânea, até o dia 28, quando haverá o encerramento do festival, as peças Otelo, O Carioca, Agreste, A Aurora da Minha Vida, Porti-Nari: A Ópera, O Inspetor Geral e Coração Bazar.

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    24/03/2004 0h00

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    Um dos espetáculos mais aplaudidos do festival, 100, da companhia inglesa The Imaginary Body Theatre Company. A história é contada em inglês, com legendas, mas poderia ser em qualquer idioma, pois fala de temas universais, o amor e a morte. No palco, quatro personagens acabam de descobrir que morreram e estão em um lugar que é uma espécie de limbo. Lá, são instruídos por um homem mais velho, que não se intitula nem Deus, nem a morte.

    Apenas orienta aos recém-chegados que eles devem escolher uma única lembrança de suas vidas para levar consigo até a eternidade. E só as pessoas, os lugares, os sentimentos contidos nessa lembrança é que perdurarão. No palco, apenas quatro bambus e uma laranja, que juntamente com os atores, criam as cenas, que na verdade, são as próprias lembranças. O final é surpreendente e as atuações são brilhantes. Uma pena a companhia não sair de Curitiba, em turnê pelo País.

    Outra apresentação que mereceu destaque foi O Que Diz Molero, direção de Aderbal Freire-Filho, baseado no texto de 1977, escrito pelo português Diniz Machado. Encabeçando o elenco, o experiente Chico Diaz tem sua vida investigada por dois homens que estão escrevendo um dossiê sobre ele.

    Um dos representantes brasilienses que está presente no festival é o espetáculo Striptease, de Júlio Crusccioli. Estreou domingo no Teatro Cultura, com os atores André Amaro e Fabiana Tenório, e foi bastante aplaudido.

    Ainda serão apresentadas na Mostra Contemporânea, até o dia 28, quando haverá o encerramento do festival, as peças Otelo, O Carioca, Agreste, A Aurora da Minha Vida, Porti-Nari: A Ópera, O Inspetor Geral e Coração Bazar.

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