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Ela quer agarrar o chefe

Arquivo Geral

13/12/2003 0h00

O filme A Secretária, de Steven Shainberg, que chegou esta semana às locadoras, conta a curiosa – e várias vezes divertida – história da aspirante a secretária Lee Holloway (Maggie Gyllenhaal). Ela sai do hospício, onde foi internada por automutilar-se desde que cursava a sétima série, no dia do casamento de sua irmã. Dias depois da festa, ela procura e encontra emprego na firma de advocacia do esquisitão E. Edward Grey (James Spader, ótimo no papel).

É uma história de amor extremamente complexa, um relacionamento entre chefe e subordinada. Sem nunca ter tido um emprego na vida e com apenas um diploma de curso de datilografia, além de conseguir o emprego, ela desenvolve uma relação sadomasoquista com o patrão.

O desenrolar da história – que rendeu o prêmio especial do júri do Festival Sundance por sua originalidade –, é supreendente. Principalmente porque o roteiro explora as raízes psicológicas do comportamento destes personagens. Como eles obtêm total êxito em suas investidas, isso torna as peripécias do casal uma grande diversão, justificando o drama e revelando emoções plausíveis.

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    13/12/2003 0h00

    O filme A Secretária, de Steven Shainberg, que chegou esta semana às locadoras, conta a curiosa – e várias vezes divertida – história da aspirante a secretária Lee Holloway (Maggie Gyllenhaal). Ela sai do hospício, onde foi internada por automutilar-se desde que cursava a sétima série, no dia do casamento de sua irmã. Dias depois da festa, ela procura e encontra emprego na firma de advocacia do esquisitão E. Edward Grey (James Spader, ótimo no papel).

    É uma história de amor extremamente complexa, um relacionamento entre chefe e subordinada. Sem nunca ter tido um emprego na vida e com apenas um diploma de curso de datilografia, além de conseguir o emprego, ela desenvolve uma relação sadomasoquista com o patrão.

    O desenrolar da história – que rendeu o prêmio especial do júri do Festival Sundance por sua originalidade –, é supreendente. Principalmente porque o roteiro explora as raízes psicológicas do comportamento destes personagens. Como eles obtêm total êxito em suas investidas, isso torna as peripécias do casal uma grande diversão, justificando o drama e revelando emoções plausíveis.

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