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Dupla afinada na comédia

Arquivo Geral

12/03/2004 0h00

Um time de primeira para um filme igualmente divertido. Diane Keaton e Jack Nicholson encabeçam a comédia de Nancy Meyers, que rendeu a Diane indicação ao Oscar de Melhor Atriz neste ano. Alguém Tem que Ceder, tem estréia hoje nos cinemas da cidade e é garantia de muitas risadas, sobretudo se você tem mais de 30. Afinal, as piadas são consistentes e giram em torno de dúvidas existenciais pós-30 anos e tratam de menopausa a Viagra.

Jack Nicholson é Harry Sanborn, um coroa rico, um verdadeiro bon vivant, que só se relaciona com mulheres novas, bonitas e atraentes. Está namorando a bela Marin Barry (Amanda Peet) e vai passar o fim de semana na casa de praia da mãe dela.

Mas ele não contava com um pequeno imprevisto, a visita da mãe, Erica Barry (Diane Keaton) que também resolveu passar uns dias lá. Como se não bastasse, sofre um fulminante ataque do coração. É atendido pelo charmoso médico Julian Mercer (Keanu Reeves), que para completar, se apaixona por Erica.

Depois que o circo está armado, vêm aqueles ingredientes que não podem faltar nos produtos de Hollywood: paixão, desentendimentos e um final feliz, sem ser pueril. Diane Keaton se revela neste filme afinada com aquilo que Jack Nicholson já se firmou, a comédia. E, inclusive, encara o primeiro nu completo de sua carreira. Tudo na maior diversão.

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    12/03/2004 0h00

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    Jack Nicholson é Harry Sanborn, um coroa rico, um verdadeiro bon vivant, que só se relaciona com mulheres novas, bonitas e atraentes. Está namorando a bela Marin Barry (Amanda Peet) e vai passar o fim de semana na casa de praia da mãe dela.

    Mas ele não contava com um pequeno imprevisto, a visita da mãe, Erica Barry (Diane Keaton) que também resolveu passar uns dias lá. Como se não bastasse, sofre um fulminante ataque do coração. É atendido pelo charmoso médico Julian Mercer (Keanu Reeves), que para completar, se apaixona por Erica.

    Depois que o circo está armado, vêm aqueles ingredientes que não podem faltar nos produtos de Hollywood: paixão, desentendimentos e um final feliz, sem ser pueril. Diane Keaton se revela neste filme afinada com aquilo que Jack Nicholson já se firmou, a comédia. E, inclusive, encara o primeiro nu completo de sua carreira. Tudo na maior diversão.

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      Dupla afinada na comédia

      Arquivo Geral

      01/03/2004 0h00

      O performático Ben Stiller tanto ensaiou com suas caras e bocas (basta lembrar dos filmes Zoolander e Entrando Numa Fria) que atualmente basta seu nome constar no elenco de qualquer filme rodado em Hollywood, para este ser garantia de uma boa bilheteria e de muitas risadas. Com Quero Ficar com Polly, em cartaz na cidade, não é diferente. Stiller é Reuben Feffer, um corretor de seguros que tem aversão a tudo que envolve riscos, é metódico e exigente.

      Mas ainda assim, ele se casa e está perdidamente apaixonado pela esposa Lisa Kramer (Debra Messing, a Grace do seriado Will & Grace). Na lua-de-mel, entretanto, acontece o que ninguém, muito menos ele, esperava. Sua mulher conhece um francês nudista que ganha a vida levando turistas para mergulharem e resolve ficar com ele.

      Desapontado, Reuben tenta se refazer e teria sua vida transformada em um caos se ele não tivesse encontrado em seu caminho a bela e destrambelhada Polly Prince (a atual queridinha dos EUA, Jennifer Aniston). Jennifer não deixa por menos e mostra que também é boa de comédia. A dupla afinada diverte sem compromisso e prova que para se estabelecer em Hollywood é preciso ser mais que um

      rosto bonito.

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        Mas ainda assim, ele se casa e está perdidamente apaixonado pela esposa Lisa Kramer (Debra Messing, a Grace do seriado Will & Grace). Na lua-de-mel, entretanto, acontece o que ninguém, muito menos ele, esperava. Sua mulher conhece um francês nudista que ganha a vida levando turistas para mergulharem e resolve ficar com ele.

        Desapontado, Reuben tenta se refazer e teria sua vida transformada em um caos se ele não tivesse encontrado em seu caminho a bela e destrambelhada Polly Prince (a atual queridinha dos EUA, Jennifer Aniston). Jennifer não deixa por menos e mostra que também é boa de comédia. A dupla afinada diverte sem compromisso e prova que para se estabelecer em Hollywood é preciso ser mais que um

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