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Disco une música e teatro

Arquivo Geral

03/03/2004 0h00

Canções que unem música e interpretação. O Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília (UnB) lança hoje o CD de teatro acústico O Tempo – A Condena. O disco é de autoria do diretor musical argentino Oscar Edelstein e a interpretação da professora da UnB Silvia Davini.

São 16 faixas que trazem um novo gênero, que alia música e teatro. O estilo foi criado nos anos 1980 por Oscar Edelstein. “É uma novidade. Ao mesmo tempo que tem música tem texto falado. Impõe uma reformulação entre os gêneros”, explica Silvia, professora do Instituto de Artes Cênicas da UnB. Silvia é argentina e mora no Brasil desde 1989.

O argentino e a professora se conheceram em um projeto chamado Vocalidade e Cena desenvolvido pela UnB (que incentiva a prática de música e teatro), e a Universidade Nacional de Quilmes (na Argentina, onde um grupo se dedica a desenhar programas de computador para espacialização de sons. A parceria existe desde 1989. “É estimulante trabalhar com Oscar. Tem dado muito certo, já fizemos muitos trabalhos juntos”, afirma a professora.

A faixa-título vem em duas versões. A primeira é a original, apenas musical, o clássico tango argentino. A segunda é uma faixa multimídia que traz a música e imagens da peça, com o texto completo para a encenação.

O CD foi gravado com o apoio do Fundo de Arte e da Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura do Distrito Federal. “O disco é uma versão estéreo de uma obra de teatro acústico. Dá a sensação às pessoas de espaço cênico, você escuta a voz, que vai se movimentando”, explica a intérprete, que vive nove diferentes papéis na obra. “Temos tido boa receptividade de público e crítica. É um disco que tem emoções fortes”, conclui Silvia.

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    03/03/2004 0h00

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    São 16 faixas que trazem um novo gênero, que alia música e teatro. O estilo foi criado nos anos 1980 por Oscar Edelstein. “É uma novidade. Ao mesmo tempo que tem música tem texto falado. Impõe uma reformulação entre os gêneros”, explica Silvia, professora do Instituto de Artes Cênicas da UnB. Silvia é argentina e mora no Brasil desde 1989.

    O argentino e a professora se conheceram em um projeto chamado Vocalidade e Cena desenvolvido pela UnB (que incentiva a prática de música e teatro), e a Universidade Nacional de Quilmes (na Argentina, onde um grupo se dedica a desenhar programas de computador para espacialização de sons. A parceria existe desde 1989. “É estimulante trabalhar com Oscar. Tem dado muito certo, já fizemos muitos trabalhos juntos”, afirma a professora.

    A faixa-título vem em duas versões. A primeira é a original, apenas musical, o clássico tango argentino. A segunda é uma faixa multimídia que traz a música e imagens da peça, com o texto completo para a encenação.

    O CD foi gravado com o apoio do Fundo de Arte e da Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura do Distrito Federal. “O disco é uma versão estéreo de uma obra de teatro acústico. Dá a sensação às pessoas de espaço cênico, você escuta a voz, que vai se movimentando”, explica a intérprete, que vive nove diferentes papéis na obra. “Temos tido boa receptividade de público e crítica. É um disco que tem emoções fortes”, conclui Silvia.

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