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Confraria de mineiros

Arquivo Geral

03/03/2004 0h00

É uma doce coincidência o Clube do Choro homenagear Ary Barroso no mesmo ano em que a escola Império Serrano trouxe de volta à avenida o samba-enredo que fez em sua homenagem, 40 anos atrás. Ary Barroso, autor de Aquarela do Brasil, não chegou a assistir ao desfile que a Serrinha lhe preparou na noite de 9 de fevereiro de 1964. A escola entraria na avenida, às 22h, com o enredo Aquarela Brasileira, festejando o compositor mineiro. Às 21h50 um telefonema avisava que Ary acabara de morrer, fulminado por um ataque cardíaco.

Em Brasília, o Clube do Choro vai homenagear o compositor, regente, radialista, apresentador de TV, advogado e vereador Ary Barroso durante todo o ano de 2004. O presidente do clube, Henrique Lima Santos Filho, o Reco do Bandolim, explicou que as festividades chegam com um ano de atraso (o centenário do nascimento do compositor foi em 2003). Um erro que será corrigido.

“Acho que as comemorações foram muito discretas. Esse ano, convidaremos personalidades que conheceram esse homem genial para contar suas histórias e lembrarmos suas músicas”. Dentre as personalidades, a primeira já confirmada é a do biógrafo do compositor, o jornalista Sérgio Cabral.

Outra figura que poderá aparecer para uma conversa informal durante os shows-homenagem é o vice-presidente da República José Alencar. Segundo Reco, embora mineiro de Muriaé, o vice-presidente da República é cidadão honorário de Ubá (cidade de Ary), e já confirmou sua presença no evento. “Ele já aceitou o convite. Agora é combinar a data. Ele também sugeriu que chamássemos a Elza Soares. Ele acha que ela foi a melhor intérprete das músicas de Ary. Estamos tentado trazê-la também”, revelou o presidente do Clube.

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    03/03/2004 0h00

    É uma doce coincidência o Clube do Choro homenagear Ary Barroso no mesmo ano em que a escola Império Serrano trouxe de volta à avenida o samba-enredo que fez em sua homenagem, 40 anos atrás. Ary Barroso, autor de Aquarela do Brasil, não chegou a assistir ao desfile que a Serrinha lhe preparou na noite de 9 de fevereiro de 1964. A escola entraria na avenida, às 22h, com o enredo Aquarela Brasileira, festejando o compositor mineiro. Às 21h50 um telefonema avisava que Ary acabara de morrer, fulminado por um ataque cardíaco.

    Em Brasília, o Clube do Choro vai homenagear o compositor, regente, radialista, apresentador de TV, advogado e vereador Ary Barroso durante todo o ano de 2004. O presidente do clube, Henrique Lima Santos Filho, o Reco do Bandolim, explicou que as festividades chegam com um ano de atraso (o centenário do nascimento do compositor foi em 2003). Um erro que será corrigido.

    “Acho que as comemorações foram muito discretas. Esse ano, convidaremos personalidades que conheceram esse homem genial para contar suas histórias e lembrarmos suas músicas”. Dentre as personalidades, a primeira já confirmada é a do biógrafo do compositor, o jornalista Sérgio Cabral.

    Outra figura que poderá aparecer para uma conversa informal durante os shows-homenagem é o vice-presidente da República José Alencar. Segundo Reco, embora mineiro de Muriaé, o vice-presidente da República é cidadão honorário de Ubá (cidade de Ary), e já confirmou sua presença no evento. “Ele já aceitou o convite. Agora é combinar a data. Ele também sugeriu que chamássemos a Elza Soares. Ele acha que ela foi a melhor intérprete das músicas de Ary. Estamos tentado trazê-la também”, revelou o presidente do Clube.

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