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Alongamento para corpo e alma

Arquivo Geral

17/04/2004 0h00

Vícios da vida moderna, como má postura, padrão respiratório irregular, pressa constante, atividades repetitivas e automatizadas, limitam a mobilidade e a percepção do corpo. Ao pensar nisso, terapeutas desenvolveram o alongamento consciente, um método que combina uma melhoria notável da flexibilidade do corpo com a diminuição da tensão física e psicológica.

Os simples exercícios visam trabalhar o organismo como um todo – física e mentalmente –, prevenindo e evitando esforços e tensões indevidos. Por meio de uma reeducação gradual da postura, é possível aprender a reconhecer hábitos nocivos desenvolvidos ao longo dos anos, principalmente ao andar, sentar, dormir e trabalhar.

De acordo com a terapeuta corporal Laura Virgínia, no dia-a-dia o corpo sofre diversos níveis de tensões, conscientes e inconscientes, que limitam o desempenho. “O resultado pode ser pescoço rígido, ombros caídos, postura incorreta, dor na base das costas ou outros problemas que nos limitam de alguma forma”, ressalta.

Segundo a terapeuta, o sedentarismo causa um dos piores efeitos no organismo, uma vez que a circulação energética fica estagnada. Isso contribui para o aparecimento de muitos problemas de saúde, inclusive dores, e piora a qualidade de vida das pessoas. A prática do alongamento consciente facilita a desobstrução dos canais do corpo, pois é um importante elo entre a vida sedentária e a ativa.

“Trata-se de uma ginástica terapêutica que mantém em dia o alongamento e a força de tendões, músculos, articulações e ossos. Tem como objetivo direto desenvolver flexibilidade, força, mobilidade e o equilíbrio perdidos com o avanço da idade e com a inatividade”, explica.

O alongamento consciente pode beneficiar pessoas que sofrem de dor nas costas, pescoço e tensão nos ombros, têm rigidez nas articulações, postura incorreta, problemas respiratórios, artrite e lesões por esforço repetitivo.

O aposentado Antônio Fernandes, 70 anos, pratica o alongamento consciente há um ano por indicação de uma amiga. “Sinto-me ótimo. Depois que comecei a me alongar direito, pude perceber mudanças consideráveis no meu corpo, como maior flexibilidade e mobilidade”, comenta.

De acordo com a terapeuta, depois de algumas aulas, os exercícios podem ser feitos em casa. Com o uso de travesseiros, bastões, bolas de vários tamanhos, elástico e uma parede, é possível realizar atividades de alongamento.

“O primeiro passo é observar os movimentos errados que se tornaram hábito”, recomenda Laura. Qualquer pessoa, a partir de 12 anos, pode praticar alongamento consciente, segundo ela. “Entretanto, o acompanhamento de um profissional possibilita 100% de aproveitamento dos exercícios”, ressalta a terapeuta.

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    17/04/2004 0h00

    Vícios da vida moderna, como má postura, padrão respiratório irregular, pressa constante, atividades repetitivas e automatizadas, limitam a mobilidade e a percepção do corpo. Ao pensar nisso, terapeutas desenvolveram o alongamento consciente, um método que combina uma melhoria notável da flexibilidade do corpo com a diminuição da tensão física e psicológica.

    Os simples exercícios visam trabalhar o organismo como um todo – física e mentalmente –, prevenindo e evitando esforços e tensões indevidos. Por meio de uma reeducação gradual da postura, é possível aprender a reconhecer hábitos nocivos desenvolvidos ao longo dos anos, principalmente ao andar, sentar, dormir e trabalhar.

    De acordo com a terapeuta corporal Laura Virgínia, no dia-a-dia o corpo sofre diversos níveis de tensões, conscientes e inconscientes, que limitam o desempenho. “O resultado pode ser pescoço rígido, ombros caídos, postura incorreta, dor na base das costas ou outros problemas que nos limitam de alguma forma”, ressalta.

    Segundo a terapeuta, o sedentarismo causa um dos piores efeitos no organismo, uma vez que a circulação energética fica estagnada. Isso contribui para o aparecimento de muitos problemas de saúde, inclusive dores, e piora a qualidade de vida das pessoas. A prática do alongamento consciente facilita a desobstrução dos canais do corpo, pois é um importante elo entre a vida sedentária e a ativa.

    “Trata-se de uma ginástica terapêutica que mantém em dia o alongamento e a força de tendões, músculos, articulações e ossos. Tem como objetivo direto desenvolver flexibilidade, força, mobilidade e o equilíbrio perdidos com o avanço da idade e com a inatividade”, explica.

    O alongamento consciente pode beneficiar pessoas que sofrem de dor nas costas, pescoço e tensão nos ombros, têm rigidez nas articulações, postura incorreta, problemas respiratórios, artrite e lesões por esforço repetitivo.

    O aposentado Antônio Fernandes, 70 anos, pratica o alongamento consciente há um ano por indicação de uma amiga. “Sinto-me ótimo. Depois que comecei a me alongar direito, pude perceber mudanças consideráveis no meu corpo, como maior flexibilidade e mobilidade”, comenta.

    De acordo com a terapeuta, depois de algumas aulas, os exercícios podem ser feitos em casa. Com o uso de travesseiros, bastões, bolas de vários tamanhos, elástico e uma parede, é possível realizar atividades de alongamento.

    “O primeiro passo é observar os movimentos errados que se tornaram hábito”, recomenda Laura. Qualquer pessoa, a partir de 12 anos, pode praticar alongamento consciente, segundo ela. “Entretanto, o acompanhamento de um profissional possibilita 100% de aproveitamento dos exercícios”, ressalta a terapeuta.

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