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A vida melhor com tai chi chuan

Arquivo Geral

24/04/2004 0h00

hoje é o Dia Mundial do Tai Chi Chuan e Chikung, artes milenares chinesas da mesma raiz do kung fu. O último sábado do mês de abril foi estabelecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para comemorar a data. Brasília não fica de fora das comemorações (veja quadro com programação). O tai chi chuan, que significa “trabalhar a grande energia do universo”, indica uma composição de movimentos suaves e circulares, simultâneos a exercícios respiratórios que relaxam o corpo. Como não exige esforço físico exagerado, pode ser praticado por pessoas de todas as idades.

De acordo com praticantes de todo o mundo e médicos, a prática recarrega as baterias internas, auxilia a digestão, acalma o sistema nervoso, ativa a circulação sangüínea, reforça o sistema imunológico, torna as articulações mais flexíveis e rejuvenece a pele. Como melhora a respiração e a circulação, é indicada para combater problemas respiratórios, como a asma, pressão arterial alta e o grande vilão moderno, o estresse.

No país de origem, a China, o tai chi é praticado nas ruas todas as manhãs e usado nos hospitais como terapia para melhorar o condicionamento físico e mental e restabelecer o equilíbrio energético dos pacientes.

Primeiro hospital em Brasília a desenvolver essa arte milenar, há um ano o Hospital Brasília, que fica na QI 15 do Lago Sul, oferece aulas gratuitas aos pacientes, acompanhantes e comunidade, todas as terças e sextas-feiras, das 7h30 às 8h30. A dona de casa Maria Rita, de 45 anos, que mora perto do Hospital Brasília, freqüenta as aulas desde o ano passado. “Muita coisa melhorou, principalmente a coluna. Mas o que eu mais gosto no tai chi é que ele traz muita luz para a alma”, destaca Rita. Ontem, sua filha Maria Alejandra, 22, estudante do curso de Turismo, foi pela primeira vez a uma aula de tai chi. “Gostei muito. Pena que eu não vou poder continuar a praticar por causa das minhas aulas, que são de manhã. Hoje eu só vim porque não teve aula”, disse Alejandra.

“Acreditamos na integração da medicina tradicional às práticas complementares, seguindo o exemplo de grandes instituições, como o Columbia Presbyterian Center, em Nova York, hospital onde são praticadas a meditação e a Ioga”, explica o superintendente do Hospital Brasília, Erikson Blun.

A facilitadora (uma espécie de professora, mestra) de tai chi no hospital, Helena Fukuta conta que ver os pacientes com frascos de soro na mão chegando para assistir à aula é emocionante. Em média, 15 pessoas entre 30 e 40 anos procuram pela aula. “No final da meditação, nos mobilizamos para enviar sentimentos positivos ao planeta. O clima no hospital também melhora muito com essa pulsação”, acredita Helena, que começou a praticar tai chi há 20 anos, na 104/105 Norte. “Como eu trabalhava de manhã, de tarde e de noite, o único tempo que eu tinha para namorar era de manhã, bem cedo, às 6h. Foi assim que eu e o meu namorado descobrimos o tai chi chuan”, conta.

Serviço

Dia Mundial do Tai Chi Chuan – Eventos hoje, a partir das 6h, na Praça da Harmonia Universal (EQN 104/105). Em caso de chuva, as atividades serão realizadas na Escola Classe da EQN 104. Os organizadores lembram que convém levar água e proteção contra o sol.

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    De acordo com praticantes de todo o mundo e médicos, a prática recarrega as baterias internas, auxilia a digestão, acalma o sistema nervoso, ativa a circulação sangüínea, reforça o sistema imunológico, torna as articulações mais flexíveis e rejuvenece a pele. Como melhora a respiração e a circulação, é indicada para combater problemas respiratórios, como a asma, pressão arterial alta e o grande vilão moderno, o estresse.

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    Primeiro hospital em Brasília a desenvolver essa arte milenar, há um ano o Hospital Brasília, que fica na QI 15 do Lago Sul, oferece aulas gratuitas aos pacientes, acompanhantes e comunidade, todas as terças e sextas-feiras, das 7h30 às 8h30. A dona de casa Maria Rita, de 45 anos, que mora perto do Hospital Brasília, freqüenta as aulas desde o ano passado. “Muita coisa melhorou, principalmente a coluna. Mas o que eu mais gosto no tai chi é que ele traz muita luz para a alma”, destaca Rita. Ontem, sua filha Maria Alejandra, 22, estudante do curso de Turismo, foi pela primeira vez a uma aula de tai chi. “Gostei muito. Pena que eu não vou poder continuar a praticar por causa das minhas aulas, que são de manhã. Hoje eu só vim porque não teve aula”, disse Alejandra.

    “Acreditamos na integração da medicina tradicional às práticas complementares, seguindo o exemplo de grandes instituições, como o Columbia Presbyterian Center, em Nova York, hospital onde são praticadas a meditação e a Ioga”, explica o superintendente do Hospital Brasília, Erikson Blun.

    A facilitadora (uma espécie de professora, mestra) de tai chi no hospital, Helena Fukuta conta que ver os pacientes com frascos de soro na mão chegando para assistir à aula é emocionante. Em média, 15 pessoas entre 30 e 40 anos procuram pela aula. “No final da meditação, nos mobilizamos para enviar sentimentos positivos ao planeta. O clima no hospital também melhora muito com essa pulsação”, acredita Helena, que começou a praticar tai chi há 20 anos, na 104/105 Norte. “Como eu trabalhava de manhã, de tarde e de noite, o único tempo que eu tinha para namorar era de manhã, bem cedo, às 6h. Foi assim que eu e o meu namorado descobrimos o tai chi chuan”, conta.

    Serviço

    Dia Mundial do Tai Chi Chuan – Eventos hoje, a partir das 6h, na Praça da Harmonia Universal (EQN 104/105). Em caso de chuva, as atividades serão realizadas na Escola Classe da EQN 104. Os organizadores lembram que convém levar água e proteção contra o sol.

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