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OMS desmente Bolsonaro sobre cloroquina mais uma vez

“Temos evidências suficientes para saber que [a cloroquina] não há nenhum impacto para pacientes hospitalizados com Covid-19”, explicou a entidade

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Horas após o presidente Jair Bolsonaro contar que testou positivo para a covid-19, dizer que está se automedicando com hidroxicloroquina e azitromicina e alegar que sentiu melhora após algumas horas, a Organização Mundial de Saúde (OMS) veio à público para, mais uma vez, conscientizar a população e desmentir Bolsonaro quanto à eficácia do medicamento.

A cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, relembra que o órgão chegou estudar a cloroquina para testar se ela é de fato eficaz, como acredita Bolsonaro. No entanto, os resultados, até o momento, foram negativos.

“Interrompemos a pesquisa da hidroxicloroquina pela segurança, já que não podemos colocar a vida das pessoas em risco. Temos evidências suficientes para saber que não há nenhum impacto para pacientes hospitalizados com Covid-19”, explicou.

Bolsonaro disse que começou a sentir os sintomas no fim de semana. Na segunda, por volta de 17h, se medicou com hidroxicloroquina e azitromicina baseado em recomendação médica, segundo o presidente. “Às cinco da manhã (de terça), tomei a segunda dose da cloroquina e, confesso para vocês, estou perfeitamente bem”, contou.

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O presidente se manterá isolado no Palácio da Alvorada, acompanhado da primeira-dama Michelle Bolsonaro. A agenda deve ser retomada em 10 dias.




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