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Política & Poder

Uma gráfica só para a Câmara Legislativa

Arquivo Geral

07/04/2013 9h15

A Câmara Legislativa poderá ter parque gráfico para chamar de seu. Um grupo de trabalho composto por servidores  foi criado para estudar as melhores opções de serviço e  preço para atender às necessidades da instituição. A aprovação do  projeto dependerá da Mesa Diretora. 

 

A constituição da comissão que cuidará do assunto foi publicada no Diário da Câmara da quinta-feira. Serão três servidores responsáveis por moldar um novo projeto de gráfica para a Câmara, com o  levantamento do que será preciso e de quanto custará o maquinário, que deve ser de médio porte.

 

Faltam até impressoras

“É necessário para a Câmara ter um parque gráfico, porque hoje a gráfica não tem nem impressoras”, contou o presidente da comissão, Antônio Neto. A estrutura gráfica da Câmara, atualmente, limita-se a  um espaço no subsolo, sem maquinário. Todo o equipamento  que pertencia à Câmara  ficou na antiga sede. 

 

No ano passado, a Coordenadoria de Editoração fez indicação para que a Câmara abrisse processo para aquisição rápida de gráfica,  a antiga gestão teria começado uma pesquisa e os valores poderiam chegar a R$ 8 milhões, incluindo a gráfica e as adaptações que a Câmara precisaria fazer no prédio para receber o maquinário. 

 

Segundo o presidente da comissão, o objetivo agora é achar a melhor qualidade pelo menor custo. 

 

Por mês, 500 mil cópias

“A princípio, a intenção é levantar custos, não só de compra de maquinário, mas de equipamento digital que permita  impressão frente e verso, em colorido e de médio porte, de cerca de 500 mil cópias ao mês”, explicou Neto.

 

Gabinetes ganham impressoras

 Na última semana,  a Câmara recebeu 33 impressoras: uma para cada gabinete, seis para a Mesa Diretora e três a serem distribuídas em outros setores, como a Coordenadoria de Editoração. Não se informou o valor do contrato para aquisição das impressoras. 

 

O presidente da Câmara, deputado Wasny de Roure (PT), disse que a intenção é restringir o futuro parque gráfico aos trabalhos da instituição. 

 

Custo-benefício

Afinal, os parlamentares têm parte da verba indenizatória disponível para este tipo de serviço gráfico. “Ainda será analisado a questão de custo-benefício”, disse.

 

Ainda segundo Wasny, a matéria é delicada porque a demanda gráfica da Casa é modesta e o cuidado maior será para não transformar  situação em uma forma de despesa. “O processo será estudado, levando em conta,  em primeiro lugar, o interesse público”, avisou.

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