Os contratos emergenciais para o serviço de limpeza em 72 órgãos do GDF foram substituídos por licitação, com economia até 13%. Hoje, a Secretaria de Planejamento, responsável pela cooredenação do pregão publica o resultado do Diário Oficial do DF.
Ainda para este semestre a pasta espera disparar uma grande licitação de aproximadamente R$ 600 milhões para unificar e padronizar preços nos serviços de vigilância. Iniciativa semelhante também está em estudo para os serviços de telefonia.
Agora, padronizado
Segundo o subsecretario de Logistica, Roberto Duarte Gonçalves, a licitação foi centralizada na pasta de Planejamento o que possibilitou a redução e padronização dos preços. “Havia diferença de 25% nos contratos”, apontou.
Nas negociações o GDF determinou a ampliação do serviço em áreas desasistidas e aumento dos materiais de limpeza. Por isso, o preço final do pregão foi de R$ 72 milhões, enquanto no ano passado o custo total foi de R$ 69 milhões. Caso o contrário, os gastos neste ano seriam menores.
Quem fica fora
A licitação não abrange as pastas de Saúde, Educação e a administração indireta, a exemplo do Banco de Brasília (BRB) e da Terracap. O pregão para vigilância está em avaliação na Procuradoria Geral do DF. Gonçalves espera resultado semelhante ao alcançado na limpeza. “Temos contratos para quatro vigilantes por R$ 17 mil e outros órgãos pagam R$ 19.4 mil”, criticou.
Saiba mais
As empresas vencedoras do pregão da limpeza são: Interativa Dedetização, Higienização e Conservação, Rover, Servegel e Real DP Serviços Gerais.
Embora o custo da mão de obra tenha diminuído, os materiais de uso aumentaram.