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Política & Poder

PT escolhe Júlio Miragaya para tentar o governo e Wasny e Marcelo Neves como senadores

Arquivo Geral

28/07/2018 19h37

João Stangherlin/Jornal de Brasília.

Eric Zambon
eric.zambon@grupojbr.com

O Partido dos Trabalhadores (PT), enfim, apresentou os candidatos para os cargos majoritários e do DF. Em um encontro deliberativo no auditório da Câmara Legislativa, o ex-presidente da Codeplan Júlio Miragaya foi escolhido para concorrer ao Buriti, após a votação de 300 delegados presentes. O deputado distrital Wasny de Roure e o professor de direito Marcelo Neves são os postulantes ao Senado.

Miragaya recebeu 134 votos e bateu Afonso Magalhães (109). Wasny recebeu 216 e Marcelo Neves 174 votos para compor a chapa como senadores. Chico Machado ficou em terceiro lugar com 71.

As decisões sobre os 26 deputados distritais e os 16 deputados federais ficaram para 5 de agosto, data da convenção regional do partido. Isso porque alguns postulantes entraram com recurso contra a exclusão de seus nomes da lista final e a questão será analisada pelo Diretório Nacional nas próximas semanas. Apesar disso, os caciques da sigla no DF, Érika Kokay, que tenta a reeleição na Câmara dos Deputados, Chico Vigilante, Ricardo Vale, Arlete Sampaio, Policarpo e Geraldo Magela, todos tentando uma vaga como distritais, são certos na disputa.

Confusão

Por força do estatuto do PT, o encontro deste sábado (28) antecipou a convenção regional, marcada para o próximo dia 5. Portanto, a oficialização dos candidatos selecionados só acontecerá na data, bem como a confecção e entrega da ata da reunião à Justiça Eleitoral. Os 300 delegados petistas que compareceram ao auditório defenderam suas posições e ensaiaram brigas, mas se resolveram antes de qualquer entrevero.

O evento começou pela manhã, com discursos da presidente do PT-DF, Érika Kokay, sobre a situação do país. O assunto adentrou a tarde e sobraram críticas para adversários e até supostos aliados. Chico Vigilante criticou a ex-distrital Maninha e a ex-senadora Heloísa Helena, e outros militantes dispararam contra Rollemberg, Temer e Cristovam, chamado de traidor.

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