A Polícia Federal concluiu que não houve edição no áudios feitos pelo delator da Caixa de Pandora, Durval Barbosa Rodrigues, em que o então governador José Roberto Arruda tratava sobre suposto pagamento de propina. O parecer final sobre as gravações foram emitidos nessa segunda-feira (14) pelo Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal e comprovam integridade do áudio.
Com os resultados, fica afastada a tese sustentada pelas defesas dos réus de que o colaborador Durval Barbosa, em desconformidade com decisão judicial, teria utilizado equipamento de gravação próprio e editado o teor das gravações.
Os peritos da PF seguiram na mesma linha do afirmado pelo Ministério Público: não houve desligamento dos equipamentos durante a ação controlada; e não há edições no diálogo captado na escuta ambiental pelo colaborador.
Para o MPDFT as conclusões desses novos laudos encerram as discussões sobre a integridade da prova e abrem caminho para que as ações penais da Operação Caixa de Pandora.