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José Dirceu diz que união com Alckmin ajudaria a frear reação golpista de Bolsonaro após derrota

Dirceu tem afirmado que a chegada de Alckmin ajudaria a formar um bloco de resistência democrática mais sólido

Por FolhaPress 18/01/2022 8h46
CPI da Petrobras em Curitiba (Pr). O Ex ministro Jos(é Dirceu comparece a CPI na sede da justiça federal em Curitiba na mnha desta segunda feira (31)

FÁBIO ZANINI
SÃO PAULO, SP


Um dos principais defensores da chapa com Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin, o ex-ministro José Dirceu (PT) tem dito a aliados que o ex-governador não agregaria apenas ganhos eleitorais, mas colaboraria na construção da governabilidade em um possível novo governo e, sobretudo, ajudaria a proteger de eventual impulso golpista de um Jair Bolsonaro (PL) derrotado.

Dirceu tem afirmado que a chegada de Alckmin ajudaria a formar um bloco de resistência democrática mais sólido, que poderia fazer com que o presidente ou seus aliados desistissem de movimentos antidemocráticos.

Se mesmo assim tentassem algo, encontrariam resistência baseada em uma base política mais ampla.
Em contrapartida, segundo a análise de Dirceu compartilhada por seus aliados, uma chapa formada exclusivamente por políticos de esquerda poderia fazer com que esse possível movimento golpista atraísse mais setores da sociedade.

No PT, o principal representante do campo contrário à aliança com Alckmin é o deputado federal Rui Falcão, que disse ao jornal Folha de S.Paulo que o ex-tucano representa uma contradição a tudo o que o partido fez e quer fazer.

“Lula não precisa de uma muleta eleitoral”, afirmou o parlamentar.








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