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Política & Poder

Defesa de Ayana Tenório deve alegar que acusação contra executiva do Banco Rural enfraquece denúncia

Arquivo Geral

08/08/2012 16h47

O terceiro advogado a fazer sua argumentação no julgamento do processo do mensalão hoje (8), Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, deve alegar que houve mudança significativa na acusação do Ministério Público contra sua cliente, a executiva do Banco Rural Ayanna Tenório. Para ele, isso enfraqueceria a denúncia.

 

Ayanna Tenório responde por gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, no processo em curso no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, a executiva integrava o núcleo financeiro do esquema e, junto com Vinícius Samarane, José Roberto Salgado e Kátia Rabello, todos ex-dirigentes do Banco Rural, praticou crimes para ocultar as fraudes consumadas na concessão e renovação dos empréstimos, além de lavagem do dinheiro obtido com os crimes praticados contra o sistema financeiro nacional.

 

A acusação argumenta que empréstimos simulados pelo grupo disponibilizaram o valor de R$ 32 milhões para as duas agências de publicidade de Marcos Valério e para o PT.

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