Eric Zambon
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Candidato à presidência pelo PDT, Ciro Gomes esteve em Brasília na manhã desta segunda-feira (6) para a reunião da Executiva Nacional do partido que impôs a coligação do diretório regional com o PSB de Rodrigo Rollemberg. “Ele já vinha nos dando apoio há muito tempo e isso nos fez querer estar com ele”, pontuou.
Por volta das 18h ele deu rápida entrevista ao Jornal de Brasília antes de pegar o voo de volta a São Paulo. Segundo o presidenciável, a campanha começa agora e dos 45 dias que terá para mover seu eleitorado para o primeiro turno, 22 já estão fechados com compromissos de TV e Rádio.
Ciro admitiu que o fato de o PROS ter fechado nacionalmente com o PT matou qualquer possibilidade de o PDT-DF se aliar a Eliana Pedrosa em Brasília. Ele ainda se mostrou chateado com o Partido dos Trabalhadores por ter “amarrado” o jogo com o acordo de neutralidade junto ao PSB nacional e o convite a Manoela D’Ávila (PCdoB) para ser vice na chapa.
“Estão atrapalhando as candidaturas progressistas. Eles contam muito com o Lula, que tem 31% (de intenção de votos), mas se esquecem da rejeição de quase 60%. Bolsonaro vem aí com o mesmo problema “, analisa.