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Petróleo fecha em leve alta, com incerteza sobre Rússia-Ucrânia e Opep+ no radar

O mercado acompanha também novidades no acordo que pode encerrar a guerra entre a Rússia e a Ucrânia

Redação Jornal de Brasília

27/11/2025 15h52

Foto: Divulgação/Petrobras

São Paulo, 27 – O petróleo fechou a sessão desta quinta-feira, 27, com leve alta, em meio a notícias de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) deve manter a produção da commodity estável no primeiro trimestre de 2026. O mercado acompanha também novidades no acordo que pode encerrar a guerra entre a Rússia e a Ucrânia.

Por volta das 15 horas (de Brasília), petróleo WTI para janeiro avançava em 0,80% (US$ 0,47), a US$ 59,12 o barril, negociado no pregão eletrônico da New York Mercantile Exchange (Nymex). Já o Brent para fevereiro, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), fechou em alta de 0,52% (US$ 0,33), a US$ 62,87 o barril.

Em dia de liquidez reduzida por causa do feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos, os preços da commodity registraram pouca variação, ganhando força na reta final da sessão.

A movimentação acontecia enquanto o mercado assimilava notícias da imprensa internacional de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), em reunião no próximo domingo, não deve alterar a política de produção da commodity no começo de 2026. A medida acontece em meio a temores de sobreoferta do petróleo.

Enquanto isso, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse estar pronto para receber oficiais dos Estados Unidos e discutir o acordo de paz com a Ucrânia, mas destacou que não há uma versão “final” do plano. Para o analista da XS.com Antonio Di Giacomo, a estabilização dos preços de petróleo é temporária, com perspectiva de baixa no curto a médio prazo devido a “estoques elevados nos EUA, sinais de excesso de oferta, produção estável da Opep+ e progresso diplomático entre a Rússia e a Ucrânia”.

No noticiário corporativo, o investidor bilionário e coproprietário do Los Angeles Dodgers, Todd Boehly, fez uma oferta para comprar os ativos internacionais da Lukoil, empresa russa de energia afetada por sanções dos Estados Unidos.

Estadão Conteúdo

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