Em entrevista coletiva concedida sábado à noite em Nuakchott, Ould Maouloud criticou “os protagonistas políticos da instituição militar, que correm o risco de levar o país a uma crise extremamente grave”.
A UFP deixou a oposição recentemente para entrar no Governo de Yahya Ould Ahmed el-Waghef, presidente do Pacto Nacional para a Democracia e o Progresso (PNDD-ADIL).
Ould Maouloud disse que sua reação aconteceu no marco “da situação de tensão política” na Mauritânia por causa da retirada em massa de quadros da ADIL, entre eles o secretário-geral e uma série de deputados que ameaçam apresentar uma moção de censura contra o Governo.
A Mauritânia, lembrou o presidente da UFP, tem que enfrentar atualmente “uma crise alimentícia e a alta dos preços”.
“As opções oferecidas em caso de voto da moção de censura são a formação de um novo Governo ou a dissolução do Parlamento”, estimou.
O presidente da UFP disse que “o papel da oposição democrática deve consistir em defender e em proteger as instituições republicanas e impedir o Exército de intervir nos assuntos políticos”.
Na quinta-feira passada, 20 dirigentes do partido governamental na Mauritânia anunciaram sua renúncia em protesto contra o que qualificam de um “retorno dos símbolos do regime passado” e “o lento ritmo das reformas”.
Esses políticos estudam apresentar uma moção de censura contra o Governo formado em 11 de abril. EFE
mo/db Nuakchott, 29 jun (EFE) – O presidente da União das Forças do Progresso (UFP, maioria) na Mauritânia, Mohamed Ould Maouloud, afirmou que o país passa por uma etapa “grave e delicada”, e “teme uma tentativa de golpe de Estado político contra a legalidade constitucional”.
Em entrevista coletiva concedida sábado à noite em Nuakchott, Ould Maouloud criticou “os protagonistas políticos da instituição militar, que correm o risco de levar o país a uma crise extremamente grave”.
A UFP deixou a oposição recentemente para entrar no Governo de Yahya Ould Ahmed el-Waghef, presidente do Pacto Nacional para a Democracia e o Progresso (PNDD-ADIL).
Ould Maouloud disse que sua reação aconteceu no marco “da situação de tensão política na Mauritânia por causa da retirada em massa de quadros da ADIL, entre eles o secretário-geral e uma série de deputados que ameaçam apresentar uma moção de censura contra o Governo.
A Mauritânia, lembrou o presidente da UFP, tem que entrentar atualmente “uma crise alimentícia e a alta dos preços”.
“As opções oferecidas em caso de voto da moção de censura são a formação de um novo Governo ou a dissolução do Parlamento”, estimou.
O presidente da UFP disse que “o papel da oposição democrática deve consistir em defender e em proteger as instituições republicanas e impedir o Exército de intervir nos assuntos políticos”.
Na quinta-feira passada, 20 dirigentes do partido governamental na Mauritânia anunciaram sua renúncia em protesto contra o que qualificam de um “retorno dos símbolos do regime passado” e “o lento ritmo das reformas”.
Esses políticos estudam apresentar uma moção de censura contra o Governo formado em 11 de abril.