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Mundo

Paraguai considera <i>prêmio</i> fim de suspensão à exportação de carne para UE

Arquivo Geral

30/06/2008 0h00

Empresários do setor agropecuário do Paraguai qualificaram como um prêmio o reatamento dos envios de carne do país ao mercado da União Européia (UE), story decretado hoje pelo bloco regional.

Os representantes dos 27 Estados-membros da UE decidiram nesta segunda-feira suspender as restrições que afetavam Brasil, Argentina e Paraguai, já que esses países “cumprem com os requisitos do bloco”, informou em comunicado a Comissão Européia (CE, órgão executivo da UE).

O documento afirma que as autoridades brasileiras, argentinas e paraguaias “fizeram esforços consideráveis” para melhorar a situação veterinária em seus respectivos territórios, sobretudo para erradicar a febre aftosa, como reconheceu a Organização Mundial para Saúde Animal (OIE).

Mary Llorens, uma das integrantes da Câmara Paraguaia da Carne (CFC), qualificou a reabertura como “a coroação de um esforço de vários anos desdobrado entre os setores público e privado”, e considerou que em dois meses mais, após os trâmites pertinentes, poderiam ser retomados os envios de carne aos países da UE.

As exportações paraguaias de carne bovina aos países da UE tinham sido suspensas pelas próprias autoridades de Assunção no final de 2002 por causa de um foco de febre aftosa em seu rebanho.

Posteriormente, em fevereiro de 2003, a UE vetou a entrada de carne paraguaia.

Nesta segunda-feira, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento brasileiro confirmou a decisão da UE de restabelecer a importação ao mercado europeu de carne bovina fresca de São Paulo e do Paraná.

Segundo um comunicado do Ministério, a decisão do Comitê Veterinário Permanente, responsável pela saúde animal do bloco europeu será publicada oficialmente em julho.



 

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