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Mundo

No Paraguai, assessores de Lugo negam caso de nepotismo

Arquivo Geral

06/06/2008 0h00

Os assessores de Fernando Lugo, what is ed presidente eleito do Paraguai, cialis 40mg negaram envolvimento na nomeação de um sobrinho do futuro governante em uma importante empresa do país.


Ángel Pompeyo Maidana Lugo, de 37 anos, trabalha desde o dia 1º de junho na Entidade Binacional Yacyretá (EBY), empresa que administra uma represa no sul do Paraguai em parceria com a Argentina.


O funcionário é filho de Mercedes Lugo, irmã do presidente eleito e futura primeira-dama do país. Ángel receberá um salário equivalente a US$ 4.400.


Segundo a imprensa local, a EBY trambém contratou Carlos Alberto Franco, irmão do vice-presidente eleito Federico Franco.


“Criticamos as nomeações gratuitas nas estruturas do Estado”, expressou Carlos Riveros, membro da equipe de transição que representa Lugo na coordenação da transferência de poder.


Riveros garantiu não conhecer essas pessoas e afirmou que “se as nomeações são feitas tendo como base o parentesco, sem haver idoneidade, isso se chama nepotismo”.


Por sua vez, o diretor paraguaio da EBY, Paul Sarubbi, disse que o pedido não veio da Aliança Patriótica para a Mudança (APC), coalizão opositora que levou Lugo ao poder, mas de membros da equipe de transição.


“Oficialmente a APC não pediu, mas sim os integrantes da transição”, explicou Sarubbi.


Pompeyo Lugo, irmão do presidente eleito, disse saber de casos de funcionários da hidrelétrica que recebem salários de US$ 12.500, “mas não vão trabalhar”.


A empresa já foi chamada de “monumento à corrupção” por Carlos Menem, ex-presidente da Argentina.


“Todos têm direito a trabalhar. Nós apostamos no talento e na capacidade. Ele tem estes requisitos”, justificou Pompeyo Lugo, que também afirmou que seu sobrinho possui uma licenciatura em meio ambiente e que está concluindo o doutorado.


Já a mãe de Ángel disse que não está a par da situação, assim como Fernando Lugo. No entanto, Mercedes garantiu que o filho havia se candidatado ao cargo.


“Sua nomeação pode ser uma casualidade, mas ele é um homem de bem, trabalhador e acho que merece o cargo”, disse a futura primeira-dama.


 

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