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Mundo

Inocentado brasileiro acusado de tentar matar músico colombiano nos EUA

Arquivo Geral

28/08/2008 0h00

Um júri dos Estados Unidos declarou inocente hoje o brasileiro Francisco S. Oliveira, approved acusado de tentar matar o compositor colombiano Estéfano, autor de canções de artistas como Shakira,, Gloria Estefan, Thalía, Ricky Martin, Chayanne, Jon Secada e Julio e Enrique Iglesias.

Os seis integrantes do júri, três homens e três mulheres, anunciaram o veredicto após deliberarem durante três horas em um tribunal do condado de Miami-Dade (Flórida).

Oliveira, de 31 anos, caiu em pranto ao escutar o veredicto e seus parentes gritaram de emoção na sala onde aconteceu o julgamento ao longo de cinco dias.

“Me sinto muito bem, o veredicto do júri se baseou nos fatos e isto demonstra a fé no sistema. A única prova apresentada contra o meu cliente era a declaração de Estéfano”, comentou Frank Rubio, advogado do brasileiro.

Oliveira enfrentava acusação de tentativa de assassinato premeditado e, caso tivesse sido declarado culpado, poderia ser condenado à prisão perpétua.

A promotora do estado Alicia García disse que estava “desiludida”, porque tinham “muitas provas”.

“Mas o júri tomou uma decisão que respeitamos”, assegurou.

Rubio disse que seu cliente não sairá em liberdade imediatamente, porque tem problemas com a imigração americana e é provável que seja enviado a um centro de detenção de imigrantes em Krome, no sudoeste de Miami.

“Ele estava legalmente trabalhando nos Estados Unidos, mas tudo mudou com este caso”, disse o advogado.

O juiz Orlando Prescott, que presidiu o caso, instruiu o júri na manhã de hoje sobre como deveriam deliberar, depois de concluídos os argumentos finais dos promotores e advogados.

O brasileiro era acusado de atirar em Estéfano e feri-lo com gravidade em 26 de maio de 2007 na casa do compositor, onde teria ido para supostamente fornecer maconha.

Na cozinha, teria sacado uma arma de uma mochila e atirado, conforme apontam documentos judiciais.

O brasileiro assegurou que não atentou contra a vida de Estéfano, que não esteve na casa dele e que também não forneceu drogas ao músico, nem roubou dinheiro.

Estéfano, em contrapartida, identificou Oliveira como seu suposto agressor e disse que pediu ao brasileiro que fosse a sua casa, na noite do incidente, para falarem sobre a manutenção de janelas da casa.

Oliveira alegou que no momento do crime estava envolvido com os preparativos da festa de aniversário de sua filha.

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    Os seis integrantes do júri, três homens e três mulheres, anunciaram o veredicto após deliberarem durante três horas em um tribunal do condado de Miami-Dade (Flórida).

    Oliveira, de 31 anos, caiu em pranto ao escutar o veredicto e seus parentes gritaram de emoção na sala onde aconteceu o julgamento ao longo de cinco dias.

    “Me sinto muito bem, o veredicto do júri se baseou nos fatos e isto demonstra a fé no sistema. A única prova apresentada contra o meu cliente era a declaração de Estéfano”, comentou Frank Rubio, advogado do brasileiro.

    Oliveira enfrentava acusação de tentativa de assassinato premeditado e, caso tivesse sido declarado culpado, poderia ser condenado à prisão perpétua.

    A promotora do estado Alicia García disse que estava “desiludida”, porque tinham “muitas provas”.

    “Mas o júri tomou uma decisão que respeitamos”, assegurou.

    Rubio disse que seu cliente não sairá em liberdade imediatamente, porque tem problemas com a imigração americana e é provável que seja enviado a um centro de detenção de imigrantes em Krome, no sudoeste de Miami.

    “Ele estava legalmente trabalhando nos Estados Unidos, mas tudo mudou com este caso”, disse o advogado.

    O juiz Orlando Prescott, que presidiu o caso, instruiu o júri na manhã de hoje sobre como deveriam deliberar, depois de concluídos os argumentos finais dos promotores e advogados.

    O brasileiro era acusado de atirar em Estéfano e feri-lo com gravidade em 26 de maio de 2007 na casa do compositor, onde teria ido para supostamente fornecer maconha.

    Na cozinha, teria sacado uma arma de uma mochila e atirado, conforme apontam documentos judiciais.

    O brasileiro assegurou que não atentou contra a vida de Estéfano, que não esteve na casa dele e que também não forneceu drogas ao músico, nem roubou dinheiro.

    Estéfano, em contrapartida, identificou Oliveira como seu suposto agressor e disse que pediu ao brasileiro que fosse a sua casa, na noite do incidente, para falarem sobre a manutenção de janelas da casa.

    Oliveira alegou que no momento do crime estava envolvido com os preparativos da festa de aniversário de sua filha.

    Atualizada às 20h

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