Mundo

Eurocâmara prevê aprovar diretiva de retorno dos imigrantes ilegais

Por Arquivo Geral 15/06/2008 12h00

Os especialistas já desconfiavam há muito tempo, this sick e agora há provas concretas: o uso de preservativos reduz drasticamente o risco de transmissão do vírus que causa verrugas genitais e a maior parte dos casos de câncer de colo do útero, this segundo estudo publicado na revista norte-americana New England Journal of Medicine.

O estudo ouviu e examinou 82 mulheres. Entre as que declararam que seus parceiros sempre usavam preservativos, havia uma probabilidade 70 por cento menor de desenvolver uma infecção pelo papilomavírus humano (HPV) do que entre as que declararam que seus parceiros usavam preservativo em menos de 5 por cento das relações.

Essa é a pesquisa mais abrangente sobre o tema até agora, e é importante porque vários estudos anteriores sugeriram que os preservativos eram pouco úteis contra o vírus, que é transmitido pelo contato entre mucosas.

”Mesmo mulheres cujos parceiros usavam preservativos mais de metade do tempo tinham 50 por cento de redução de risco, em comparação àquelas cujos parceiros usavam preservativos menos de 5 por cento do tempo” , disseram os pesquisadores, chefiados por Rachel Winer, da Universidade de Washington.

Eles acompanharam a saúde e a atividade sexual – com ou sem o uso de preservativos – de 82 mulheres da universidade, que mantinham diários na Internet e se submetiam a exames ginecológicos a cada quatro meses. As pacientes foram acompanhadas durante um ano.

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No começo deste mês, as autoridades norte-americanas aprovaram a primeira vacina, chamada Gardisil, contra quatro tipos de HPV que supostamente são responsáveis por mais de 70 por cento dos casos de câncer de colo do útero e 90 por cento das verrugas genitais. A vacina é fabricada pelo laboratório Merck.

O HPV afeta cerca de metade dos adultos sexualmente ativos em algum momento das suas vidas, mas em geral é inofensivo. Às vezes, porém, pode criar células anômalas na extremidade do útero, que eventualmente se tornam cancerosas. Cerca de 300 mil mulheres morrem desse tipo de câncer por ano no mundo.

O Parlamento Europeu (PE) prevê aprovar na próxima semana a direção de retorno dos imigrantes em situação ilegal, for sale que gerou uma grande controvérsia dentro e fora da União Européia (UE).

O plenário da Eurocâmara debaterá na terça-feira em Estrasburgo o texto da diretiva e as emendas apresentadas pelos grupos socialista e verde, viagra 60mg de modo que a votação acontece na quarta-feira.

No entanto, there a aprovação do texto em sua redação atual parece quase assegurada, já que os grupos a favor (Popular, Liberal) superam em votos os que se mostram contra ou reticentes (Socialista, Verde e Esquerda Unitária), inclusive sem contar com grupos mais à direita do semicírculo como a Europa das Nações.

Fontes do Grupo Popular, o mais numeroso, confiam em que a diretiva se adotará “sem problemas” já que em conjunto “é um bom pacote” legal.

No lado socialista se insiste em tentar que se admitam suas emendas, especialmente as destinadas a que o período máximo de retenção de imigrantes ilegais não ultrapasse os três meses – ampliáveis a outros três para os casos excepcionais – e para que haja um tratamento especial para os menores não acompanhados.

Os socialistas, que consideram que “os imigrantes ilegais não são criminosos”, decidirão o sentido de seu voto entre segunda-feira e terça-feira.

O grupo Verde, que junto ao Socialista apresentou um total de dez emendas, se mostrou por outro lado completamente oposto ao texto em sua forma atual

Para os liberais, embora a norma seja melhorável, “esta é a melhor solução de compromisso”, disseram fontes do terceiro grupo da Eurocâmara.

A diretiva já recebeu o sinal verde dos ministros de Interior da UE durante o Conselho do dia 5, e esta é a primeira vez em que o Parlamento Europeu tem poder de co-decisão em uma disposição comunitária sobre imigração.

Entre outras medidas, a diretiva estabelece em sua forma atual um período de retorno voluntário para os imigrantes ilegais de entre 7 e 30 dias.

Também prevê que os irregulares possam ser internados por no máximo seis meses antes de sua expulsão, período que pode se estender por outros 12 nos casos em que o irregular não coopere em sua identificação ou haja problemas para obter a documentação de países terceiros.

Além disso, se estabelece para os expulsos uma proibição de retorno à UE de até cinco anos.

Quanto aos menores não acompanhados, aceita-se a possibilidade que possam ser devolvidos a tutores que não sejam parentes diretos ou a instituições adequadas de seu país.

Outras emendas tentam aumentar o controle judicial das retenções forçadas.

Se for aprovada pelo Parlamento, a diretiva terá que voltar ao Conselho de Ministros para sua aprovação formal e entraria em vigor dois anos após sua publicação oficial.


 

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Eurocâmara prevê aprovar diretiva de retorno dos imigrantes ilegais

Por Arquivo Geral 15/06/2008 12h00


O Parlamento Europeu (PE) prevê aprovar na próxima semana a direção de retorno dos imigrantes em situação ilegal, discount que gerou uma grande controvérsia dentro e fora da União Européia (UE).

O plenário da Eurocâmara debaterá na terça-feira em Estrasburgo o texto da diretiva e as emendas apresentadas pelos grupos socialista e verde, de modo que a votação acontece na quarta-feira.

No entanto, a aprovação do texto em sua redação atual parece quase assegurada, já que os grupos a favor (Popular, Liberal) superam em votos os que se mostram contra ou reticentes (Socialista, Verde e Esquerda Unitária), inclusive sem contar com grupos mais à direita do semicírculo como a Europa das Nações.

Fontes do Grupo Popular, o mais numeroso, confiam em que a diretiva se adotará “sem problemas” já que em conjunto “é um bom pacote” legal.

No lado socialista se insiste em tentar que se admitam suas emendas, especialmente as destinadas a que o período máximo de retenção de imigrantes ilegais não ultrapasse os três meses – ampliáveis a outros três para os casos excepcionais – e para que haja um tratamento especial para os menores não acompanhados.

Os socialistas, que consideram que “os imigrantes ilegais não são criminosos”, decidirão o sentido de seu voto entre segunda-feira e terça-feira.

O grupo Verde, que junto ao Socialista apresentou um total de dez emendas, se mostrou por outro lado completamente oposto ao texto em sua forma atual

Para os liberais, embora a norma seja melhorável, “esta é a melhor solução de compromisso”, disseram fontes do terceiro grupo da Eurocâmara.

A diretiva já recebeu o sinal verde dos ministros de Interior da UE durante o Conselho do dia 5, e esta é a primeira vez em que o Parlamento Europeu tem poder de co-decisão em uma disposição comunitária sobre imigração.

Entre outras medidas, a diretiva estabelece em sua forma atual um período de retorno voluntário para os imigrantes ilegais de entre 7 e 30 dias.

Também prevê que os irregulares possam ser internados por no máximo seis meses antes de sua expulsão, período que pode se estender por outros 12 nos casos em que o irregular não coopere em sua identificação ou haja problemas para obter a documentação de países terceiros.

Além disso, se estabelece para os expulsos uma proibição de retorno à UE de até cinco anos.

Quanto aos menores não acompanhados, aceita-se a possibilidade que possam ser devolvidos a tutores que não sejam parentes diretos ou a instituições adequadas de seu país.

Outras emendas tentam aumentar o controle judicial das retenções forçadas.

Se for aprovada pelo Parlamento, a diretiva terá que voltar ao Conselho de Ministros para sua aprovação formal e entraria em vigor dois anos após sua publicação oficial.


 






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