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Mundo

Candidatura Espanha-Portugal se defende das acusações de corrupção

Arquivo Geral

16/05/2010 19h52

O diretor-geral da candidatura de Espanha e Portugal para organizar a Copa do Mundo de 2018, Miguel Ángel López, afirmou que as acusações de corrupção feitas pelo chefe da candidatura da Inglaterra, David Triesman, não têm fundamento.

“As acusações que fizeram sobre nós são completamente infundadas, não têm nenhum sentido, nenhuma lógica. São sinais de que alguém está preocupado com o bom trabalho que estamos fazendo”, declarou Ángel López à Agência Efe.

Em uma gravação obtida pelo jornal inglês “The Mail on Sunday”, David Triesman comentou que a Espanha e a Rússia teriam chegado a um acordo para subornar os árbitros durante a Copa do Mundo deste ano, na África do Sul.

Na gravação, é possível escutar o chefe da candidatura inglesa sugerindo que a Espanha teria oferecido desistir de sua candidatura para sediar a Copa daqui a oito anos. Em troca, a Rússia ajudaria a subornar árbitros durante a competição do próximo mês.

“Em nossa candidatura, existe coesão e agimos com o espírito de honestidade e de transparência. Estamos preocupados com nosso próprio trabalho, de fazê-lo da melhor maneira possível, e não com que os demais estão fazendo”, indicou o diretor-geral da chamada “Candidatura Ibérica” à Efe.

Mais cedo, o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Gilberto Madaíl, afirmou que as acusações contra a Espanha e a Rússia revelaram a intranquilidade de Triesman.

“As acusações são absurdas, sem fundamento, revelam um sintoma de intranquilidade por parte da Inglaterra”, comentou Madaíl.

Além disso, o presidente da FPF garantiu que portugueses e espanhóis estão “em perfeita sintonia”.

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