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Bolsas de NY fecham em queda com cautela antes de decisão do Fed

O Nasdaq fechou em leve baixa, ainda perto do recorde histórico de fechamento

Redação Jornal de Brasília

16/09/2025 17h48

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(ARQUIVOS) Um trader trabalha no pregão da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) na abertura do pregão na cidade de Nova York. (Foto de CHARLY TRIBALLEAU / AFP)

São Paulo, 16 – As bolsas de Nova York fecharam em queda nesta terça-feira, 16, em meio às expectativas de que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) deve reduzir a taxa de juros dos Estados Unidos na quarta-feira, 17, potencialmente em 0,25 ponto porcentual. O Nasdaq fechou em leve baixa, ainda perto do recorde histórico de fechamento.

O índice Dow Jones fechou em baixa de 0,27%, aos 45.757,90 pontos. O S&P 500 cedeu 0,13% aos 6.606,76 pontos, enquanto Nasdaq encerrou o pregão em queda de 0,07%, aos 22.333,96 pontos

Entre os destaques, a Oracle subiu 1,49%, impulsionada pelo acordo alcançado sobre o TikTok. Segundo a CNBC, a empresa continuará a armazenar os dados das operações da rede social em nuvem nos EUA.

A Nvidia fechou em queda de 1,64%. O novo chip de inteligência artificial da Nvidia, o RTX6000D, voltado para o mercado chinês, tem enfrentado uma demanda fraca, segundo duas pessoas com conhecimento das discussões de compras consultadas pela Reuters.

A Gemini Space Station derreteu 13,5%, a US$ 28,13, após subir nas suas duas primeiras sessões de negociação no mercado acionário após a oferta pública inicial da corretora de criptomoedas administrada pelos gêmeos Cameron e Tyler Winklevoss ter sido precificada na noite de quinta-feira a US$ 28 por ação.

As empresas produtoras de energia e prestadoras de serviços de energia foram negociadas em alta, com o avanço do preço do petróleo bruto WTI. A APA teve um aumento de mais de 6% e a Diamondback Energy subiu 2,89%. A Devon Energy (3,55%), a Occidental Petroleum (5%) e a Valero Energy (3,22%) também subiram. A Chevron e a Exxon ganharam 1,42% e 2,07%, respectivamente.

A FGI Industries saltou 139%. A companhia, que atua no ramo de louças sanitárias, móveis e armários, anunciou, no dia 12, receita total de US$ 31 milhões, com alta de 5,5% ao ano.

Estadão Conteúdo

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