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Economia

Tatiana Prazeres destaca diversificação no comércio exterior

Secretária do MDIC afirmou que o Brasil teve resultados históricos em 2025 e defendeu ampliar mercados diante das mudanças geopolíticas.

Redação Jornal de Brasília

29/05/2026 18h09

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André Rosa/ IRELGOV

A secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Tatiana Prazeres, defendeu a diversificação de mercados e a ampliação da inserção internacional do Brasil durante o painel “RELGOV 360º – O comércio exterior em ambiente de mudanças geopolíticas”, realizado na quinta-feira (28/5), em São Paulo, no IV Congresso Internacional do Instituto de Relações Governamentais (IRELGOV).

Durante o evento, Tatiana afirmou que, apesar do cenário internacional turbulento, o Brasil encerrou 2025 com resultados históricos no comércio exterior, incluindo recordes no número de empresas exportadoras, nas exportações totais, na corrente de comércio, nas exportações da indústria de transformação e em diversos produtos e mercados.

Segundo a secretária, esse desempenho decorre de fatores como a ampliação da demanda internacional por produtos brasileiros, a existência de um amplo mercado externo ainda a ser explorado, a atuação rápida do governo na oferta de instrumentos de apoio diante das dificuldades surgidas ao longo do ano e a capacidade de adaptação das empresas brasileiras a um ambiente externo mais desafiador.

Tatiana também avaliou que o comércio exterior passou por mudanças significativas nos últimos anos e que, hoje, além do domínio técnico da área, é necessário acompanhar a geoeconomia e as políticas adotadas em outros países para operar em um cenário em que comércio e questões estratégicas se combinam.

No mesmo painel, o diretor de Negócios da Apex-Brasil, Floriano Pesaro, destacou a conclusão de acordos comerciais pelo Brasil e a realização de missões empresariais como iniciativas importantes para a diversificação das exportações brasileiras.

O debate reuniu especialistas, representantes da academia e profissionais de relações governamentais para discutir os impactos das mudanças geopolíticas sobre o comércio, os investimentos e a atuação dos países na economia global.

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