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Economia

Jorge Viana critica tarifa dos EUA e culpa grupos bolsonaristas por ataque à soberania brasileira

Presidente da Apex atribui tarifaço a ação de extremistas ligados ao ex-presidente Bolsonaro e anuncia convênio com cooperativas da agricultura familiar

Redação Jornal de Brasília

22/07/2025 22h25

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Joedson Alves/Agência Brasil

Durante cerimônia nesta terça-feira (22), o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana, afirmou que a imposição de tarifas pelos Estados Unidos ao Brasil não se trata de uma disputa comercial, mas sim de uma ação política orquestrada por grupos ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A medida, segundo ele, visa prejudicar empresas e danificar a imagem do país no exterior. As informações são da Agência Brasil.

“O que está vindo para nós não é um problema de comércio, é uma ação perversa de família, de grupos extremistas que querem danificar o país, quem trabalha, as empresas e a soberania do nosso país. Diante disso, devemos estar unidos como nunca antes”, declarou Viana.

A declaração foi feita durante a assinatura de um convênio entre a Apex e a União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes), que visa promover a internacionalização de produtos de cooperativas brasileiras por meio do Projeto de Extensão Industrial Exportadora (Peiex).

Apoio à agricultura familiar e economia solidária

O Peiex será destinado exclusivamente às cerca de 1,5 mil cooperativas da Unicafes, com o objetivo de capacitá-las para acessar o mercado externo. O projeto inclui formação técnica, apoio à gestão e ações voltadas à inclusão social e sustentabilidade.

Segundo dados da Unicafes, mais de 92% das cooperativas envolvidas já adotam práticas sustentáveis. Além disso, 75% funcionam como agroindústrias e 73% incentivam a participação de jovens e mulheres.

A presidente da Unicafes, Fátima Torres, destacou a importância da iniciativa para a competitividade do setor. “Essa capacitação vem para promover o amadurecimento da gestão das nossas cooperativas. A partir do convênio, vamos poder internacionalizar ainda mais o nosso cooperativismo solidário”, afirmou.

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