Com o objetivo de apresentar soluções para problemas estruturais do Distrito Federal, a Fecomércio dá sequência ao ciclo de debates Brasília 2015. A segunda edição do projeto será realizada nesta terça-feira (30), às 18h30, na sede da entidade. O tema discutido será O Desenvolvimento Econômico do DF. Participarão como palestrantes o professor da Escola Nacional de Administração Pública (Enap) José Luiz Pagnussat e o professor de finanças públicas da Universidade de Brasília (UnB) Roberto Piscitelli.
O projeto Brasília 2015 propõe uma discussão pluralista sobre a cidade, sem conotação partidária ou ideológica. A intenção é que, em cada debate, especialistas apresentem e discutam suas visões sobre os diversos problemas que o DF enfrenta. Ao final do ciclo de palestras, que vai durar um ano, será produzida uma publicação com as soluções propostas. “A ideia de discutir soluções para fortalecer o desenvolvimento econômico surgiu do primeiro debate, quando especialistas apontaram a necessidade de descentralizar a atividade produtiva da área central de Brasília como forma de beneficiar toda região do Distrito Federal”, explica o presidente da Fecomércio, Adelmir Santana.
A iniciativa do projeto da Fecomércio nasceu da preocupação com o futuro imediato de Brasília. “Mesmo com apenas 52 anos de idade, o Distrito Federal apresenta problemas sérios que precisam ser solucionados. O futuro de uma metrópole como a nossa tem de ser pensado e planejado. Nossa intenção é promover, com especialistas de diversas áreas, a consolidação de ideias sobre a Brasília que queremos em 2015, quando a cidade completará 55 anos”, ressalta Adelmir. Além dos palestrantes, participam das discussões diretores e assessores do Sistema Fecomércio e convidados.
Ao longo de um ano serão discutidas questões ligadas ao desenvolvimento e à qualidade de vida da população brasiliense, a partir de uma análise ampla da situação geopolítica e econômica do DF e de sua área metropolitana, e abrangendo depois as mais diversas áreas, como segurança, saúde, educação, transporte e cultura, entre outras. O estudo poderá servir de apoio para os futuros governantes.