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Brasil

Confiança dos empresários da construção volta a cair

Arquivo Geral

27/08/2013 10h00

O Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), apresentou queda de 4,7%, no trimestre encerrado em agosto, ante um recuo de 4% na apuração dos três meses encerrados em julho.

 

Foi o segundo mês consecutivo em que a pesquisa Sondagem da Construção revela queda de confiança dos empresários na economia, em relação ao ano passado, ao atingir 116,3 pontos ante 118,8 em julho e 122 no mesmo mês de 2012.

 

A piora reflete a expectativa do setor quanto ao futuro próximo e quanto ao presente. O Índice de Expectativas (IE) passou de -0,8% para -1,4% e o Índice da Situação Atual (ISA) caiu de -7,8% para -8,5%.

 

Dos 11 segmentos pesquisados, sete indicaram maior desconfiança, entre eles o de obras de acabamento, com queda no trimestre de 4,3%, em agosto, ante -2% em julho. Das 685 empresas consultadas, 19,8% apontaram aumento no nível de atividade ante 24,9%, no mesmo período do ano passado. Entre os que disseram que a atividade caiu, o índice passou de 17,3%, em agosto de 2012, para 19,2%.

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    06/03/2013 10h21

    O Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) na pesquisa Sondagem da Construção, caiu pela segunda vez seguida, atingindo -6,9%, no trimestre encerrado em fevereiro. A queda foi mais intensa do que a registrada no trimestre anterior (- 4,8%).

     

    Entre os segmentos com maior retração estão os de obras de acabamento, com -1,5% ante 2,5%, e obras de infraestrutura para engenharia elétrica e de telecomunicações, com -6% ante -3,8%. O Índice da Situação Atual (ISA-CST) teve recuo de 7,9% ante -5,7% e o Índice de Expectativas (IE-CST) caiu 6,0%, ante -3,9%.

     

    Na comparação com a sondagem anterior, houve redução na proporção de empresários que consideraram ter havido aumento na atividade. Para 21,8% dos consultados, houve expansão no trimestre, percentual menor do que na pesquisa anterior, quando 28,3% fizeram essa avaliação. Quanto aos que responderam que houve queda na atividade, o percentual aumentou de 15,8% para 16,7%.

     

    A pesquisa apontou ainda piora no ânimo do setor em relação às projeções para os próximos seis meses, com taxa negativa de 5,3% ante uma queda de 3%, em janeiro. Para 41,7%, existe a possibilidade de melhora da demanda, proporção menor do que a da apuração passada (49,5%). Já na sondagem sobre a estimativa de queda, quase não houve alteração, com taxa passando de 3,5% para 3,4%.

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