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Economia

BCE mantém taxa básica de juros em 0,75%

Arquivo Geral

04/04/2013 10h19

O Banco Central Europeu (BCE) manteve a taxa básica de juros em 0,75%, apesar dos sinais de que a economia nos 17 países da zona do euro continua em contração e de que a inflação está sob controle. A decisão ficou em linha com a previsão dos economistas consultados pela Dow Jones.

Agora as atenções se voltarão para a entrevista à imprensa de Mario Draghi, presidente do BCE, na qual ele deverá ser questionado sobre as implicações do novo programa de relaxamento monetário anunciado hoje pelo Banco do Japão (BoJ), que provocou forte alta do euro ante o iene. A imposição de controles de capital no Chipre também deverá ser comentada durante a entrevista.

Existem especulações de que Draghi anunciará mais um relaxamento dos colaterais aceitos em troca de empréstimos com o objetivo de encorajar os bancos a emprestar para pequenas e médias empresas. No entanto, isso enfrenta oposição dentro do próprio BCE, especialmente de Jens Weidmann, presidente do Bundesbank, o banco central da Alemanha. As informações são da Dow Jones.

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    Arquivo Geral

    07/03/2013 10h33

    O Banco Central Europeu (BCE) manteve nesta quinta-feira sua taxa básica de juros inalterada em 0,75%, contrariando a expectativa de alguns analistas de que o desemprego em níveis recordes, a queda na taxa de inflação e a recessão econômica na zona do euro levariam a instituição a adotar novas medidas de estímulo.

    A taxa, que o BCE usa para fazer empréstimos semanais a bancos, ficou no mesmo nível pelo oitavo mês seguido. As informações são da Dow Jones.

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      Arquivo Geral

      10/01/2013 13h19

      O Banco Central Europeu (BCE) manteve a taxa básica de juros, a taxa de refinanciamento, inalterada em 0,75% pelo sexto mês seguido, em linha com as expectativas do mercado. A taxa de juros de depósitos permaneceu em 0,0% e a taxa de empréstimos marginais continuou em 1,5%.

      Uma das razões para a manutenção da taxa básica de juros no nível mais baixo desde a criação do euro, em 1999, foi a melhora no sentimento do mercado financeiro durante o último mês e sinais iniciais de crescimento da confiança na economia da zona do euro. As informações são da Dow Jones.

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        Arquivo Geral

        08/11/2012 12h31

        O Banco Central Europeu (BCE) manteve a taxa básica de juros inalterada em 0,75%, conforme o esperado, apesar dos recentes sinais de que a economia da zona do euro está se reaproximando de uma recessão.

        Em entrevista coletiva concedida depois do anúncio, o presidente do BCE, Mario Draghi, minimizou qualquer ameaça de inflação na zona do euro e afirmou que ela deverá cair abaixo da meta de pouco menos de 2% em 2013, embora o atual nível dos preços do petróleo sejam suficientes para manter a taxa acima de 2% durante 2012.

        As pressões inflacionárias “deverão permanecer moderadas”, afirmou Draghi. A autoridade disse que os riscos para as perspectivas econômicas continuam inclinados para o lado negativo, mas os riscos para a inflação estão amplamente equilibrados no médio prazo.

        Mais cedo o BCE decidiu manter a taxa básica de juros na mínima recorde de 0,75% pelo quinto mês seguido. O movimento era esperado pela maioria dos economistas, que veem poucos benefícios em novos cortes de juros. As informações são da Dow Jones.

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          04/10/2012 12h06

          O Banco Central Europeu (BCE) manteve nesta quinta-feira a taxa básica de juros em 0,75%, mantendo os custos de empréstimos em mínimas históricas, à medida que a zona do euro provavelmente se dirige para uma recessão. Pouco depois, o presidente da instituição, o italiano Mario Draghi, observou que a economia da zona do euro continuou fraca no terceiro trimestre deste ano.

          “Indicadores econômicos, em especial os resultados de pesquisas qualitativas, confirmam a continuação da fraca atividade econômica no terceiro trimestre de 2012, em um ambiente caracterizado pela alta incerteza”, disse ele em discurdo proferido em Luibliana.

          Draghi aponta que o PIB da zona do euro teve contração de 0,2% no segundo trimestre, em relação ao primeiro trimestre, após o crescimento zero nos três primeiros meses do ano. Ele diz ainda que a economia deve continuar fraca e que a zona do euro vai se recuperar apenas muito gradualmente.

          O presidente da autoridade monetária explica que as ações adotadas pelo BCE impulsionam o crescimento, mas a atividade econômica é prejudicada pelos processos de ajuste nos balanços patrimoniais de empresas dos setores financeiro e não financeiro, além das altas taxas de desemprego e da recuperação desigual dentro do bloco.

          “Os riscos para a projeção econômica para a zona do euro continuam a ser de baixa. Eles estão relacionados, em especial, às atuais tensões em vários mercados financeiros da zona do euro e o potencial contágio para a economia real. Esses riscos deveriam ser contidos por ações efetivas de todos os elaboradores de políticas na zona do euro”, comenta Draghi.

          Pacto fiscal – “Uma implementação rápida do pacto fiscal também terá um grande papel no fortalecimento da confiança na solidez das finanças públicas”, afirmou Mario Draghi, acrescentando que as reformas estruturais são tão essenciais quanto os esforços de consolidação fiscal e as medidas para melhorar o funcionamento do setor financeiro.

          Segundo ele, nos países mais fortemente afetados pela crise, um progresso notável está sendo feito na correção do custo unitário da mão de obra e os desdobramentos em conta corrente. Reformas decisivas no mercado de trabalho melhorarão mais a competitividade desses países e sua capacidade para ajuste.

          Inflação – Draghi também afirmou hoje que a inflação na zona do euro deve permanecer acima de 2% em 2012, devido a aumentos nos preços do setor de energia e em impostos indiretos em alguns países do bloco. Foi por isso que a instituição manteve hoje sua taxa básica de juros inalterada em 0,75%, em uma decisão unânime.

          Segundo ele, a inflação deve cair abaixo de 2% em 2013 e ficar em linha com o conceito de estabilidade de preços ao longo do horizonte relevante para a política monetária. “As expectativas de inflação na zona do euro continuam firmemente ancoradas em linha com a nossa meta de manter a inflação abaixo mas perto de 2% no médio prazo”, disse Draghi.

          O presidente comentou ainda que o crescimento econômico na zona do euro deve permanecer fraco, em meio às tensões em alguns mercados financeiros do bloco e à alta incerteza, que pesa sobre a confiança de consumidores e empresas. As informações são da Dow Jones.

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