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Brasil

Ricardo e Emanuel buscam reter hegemonia brasileira no vôlei de praia

Arquivo Geral

09/02/2008 0h00

Brasil e Estados Unidos irão se encontrar neste domingo nas areias de Ipanema no Rio de Janeiro a partir das 9h30 (de Brasília). A dupla Ricardo e Emanuel tentará manter a vantagem brasileira de cinco vitórias contra apenas uma derrota para os norte-americanos, na disputa do Desafio dos Reis. Os brasileiros enfrentarão Lambert e John Hyden, que treinaram em areias cariocas para adaptarem-se ao clima.

“Este é o nosso primeiro treino junto, mas não há preocupação. Nos conhecemos bem e temos entrosamento”, disse Hyden, que aproveitou para matar a saudade do Brasil. “Joguei em Belo Horizonte durante um ano em 1998, quando ainda atuava na quadra. Lembro bem da torcida, que empurrava o time e fazia a diferença.”

Foi ao lado de Lambert que Hayden ganhou a edição norte-americana do Rei da Praia, em setembro passado. No Brasil, o vencedor da edição disputada há uma semana foi Emanuel, que bateu justamente o seu parceiro deste domingo na final.

Os norte-americanos estão bastante empolgados para enfrentar a melhor dupla do vôlei de praia mundial. “Estou muito feliz em participar do Desafio. Como só jogo nos Estados Unidos, essa é a minha chance de enfrentar a melhor dupla do mundo”, afirmou Hayden.

Já Lambert sabe que a vitória será difícil. “Seria muito bom vencer, tento isso há alguns anos e não consigo. Sem contar que enfrentar Ricardo e Emanuel já é um teste, e justo contra os melhores. É, sem dúvida, uma forma de me preparar para a Olimpíada de Pequim”, explicou o jogador, que, ao lado de Stein Metzger, está no terceiro lugar do ranking mundial e ainda luta por uma vaga nos Jogos.

Sendo os grandes favoritos, Ricardo e Emanuel não pretendem dar brecha para uma zebra. “Um jogo entre Brasil e EUA é sempre uma motivação extra. Tem muita rivalidade na areia. Sei que será uma partida difícil, conhecemos bem o Lambert, mas quase nada do Hyden. Quando se conhece pouco o adversário, o jogo é mais duro e começa com muito estudo, até identificarmos os pontos fracos”, analisou Emanuel.

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