O governo da Mauritânia não poupou críticas à organização do Rali Dacar, que decidiu na última sexta-feira, em Lisboa, cancelar a edição deste ano da maior competição off road do mundo por causa do temor de ataques terroristas contra os participantes do rali nos trechos que seriam percorridos no país da África Ocidental.
“Apesar dos casos isolados de assassinatos, a Mauritânia segue sendo um país seguro e hospitaleiro”, disse um porta-voz do presidente Sidi Mohamed Ould Cheikh Abdallahi, em um comunicado oficial divulgado à imprensa.
Políticos de Senegal, que recebe a parte final do rali com a chegada na capital Dacar, também não gostaram nem um pouco da decisão dos organizadores. “O cancelamento do rali não é apenas uma grande perda para Senegal, mas para todos os países por onde a corrida passaria”, disse Mamadou Dia, porta-voz do Ministério dos Esportes senegalês.
A decisão de cancelar o Rali Dacar partiu depois de uma série de assassinatos na Mauritânia no final de dezembro. No dia de Natal, quatro turistas franceses foram mortos por três homens armados, que o governo francês acredita serem da Al Qaeda. Três dias depois, três soldados do exército da Mauritânia também morreram por disparos de arma de fogo.
“Apesar dos casos isolados de assassinatos, a Mauritânia segue sendo um país seguro e hospitaleiro”, disse um porta-voz do presidente Sidi Mohamed Ould Cheikh Abdallahi, em um comunicado oficial divulgado à imprensa.
Políticos de Senegal, que recebe a parte final do rali com a chegada na capital Dacar, também não gostaram nem um pouco da decisão dos organizadores. “O cancelamento do rali não é apenas uma grande perda para Senegal, mas para todos os países por onde a corrida passaria”, disse Mamadou Dia, porta-voz do Ministério dos Esportes senegalês.
A decisão de cancelar o Rali Dacar partiu depois de uma série de assassinatos na Mauritânia no final de dezembro. No dia de Natal, quatro turistas franceses foram mortos por três homens armados, que o governo francês acredita serem da Al Qaeda. Três dias depois, três soldados do exército da Mauritânia também morreram por disparos de arma de fogo.