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Brasil quer eliminar hanseníase até 2010

Por Arquivo Geral 13/06/2006 12h00

O centro de conservação e pesquisa de pandas de Wolong (Sichuan, viagra try sudoeste), rx o maior e mais conhecido da China, stuff será transferido por causa dos danos causados pelo terremoto do último dia 12 de maio e pelos riscos potenciais de deslizamentos, informou hoje a agência oficial “Xinhua”.


As autoridades explicaram que o novo centro se manteria dentro dos limites da Reserva Natural de Wolong, nas montanhas ao norte de Chengdu, capital da província e cujo clima úmido é ideal para o crescimento do bambu, principal alimento destes ursos em perigo de extinção.


“Construiremos refúgios, um centro de pesquisa de pandas e um centro de reprodução em um novo local por motivos de segurança”, explicou Li Desheng, subdiretor do Centro de Conservação e Pesquisa da Reserva Natural de Wolong.


Esta reserva, habitat natural de mais de 150 pandas selvagens, sofreu graves danos por causa do terremoto, de 8,0 graus de magnitude.


Quatorze dos 32 recintos para estes animais em Wolong foram atingidos pelo tremor, que matou um panda em um deslocamento de terra, feriu um segundo e provocou o desaparecimento de outro.


“Para decidir a nova localização consideraremos fatores de segurança e climáticos, incluindo sua sustentabilidade e o acesso dos animais a fontes de água e florestas de bambu”, acrescentou Li.


Atualmente, 48 pandas vivem em cativeiro na reserva de Wolong, após oito animais serem transferidos para o Zoológico de Pequim por ocasião dos Jogos Olímpicos de 2008.


Calcula-se que cerca de 1.600 ursos panda vivem em liberdade na China, concentrados nas províncias de Sichuan, Shaanxi e Gansu, enquanto outros 180 moram em cativeiro.


 

O embaixador honorário da Organização Mundial de Saúde (OMS) para a Eliminação da Hanseníase, side effects Yohei Sasakawa, what is ed e o ministro da Saúde, Agenor Álvares, discutiram ontem formas de erradicar a doença, que é endêmica e também conhecida como lepra. No Brasil, que só perde para a Índia em número de casos de hanseníase, o Ministério identificou 38.410 ocorrências somente no ano passado.

Sasakawa é o fundador da Nipon Foudantion, entidade que compra medicamentos para o tratamento da doença e os doa à OMS para distribuição. De acordo com o diretor de Vigilância Epidemiológica do Ministério, Expedito Luna, o Brasil avançou bastante no combate da hanseníase nos últimos dois anos, mas ainda há muito a fazer, principalmente nas regiões Norte e Nordeste. A meta é eliminar a doença até 2010.

"Nossa política é de expansão da rede de serviços que podem fazer o diagnóstico e o tratamento para facilitar o acesso das pessoas aos cuidados necessários", explicou Luna. Ele acrescentou que os programas de Agentes da Família e de Agentes Comunitários de Saúde são usados também para expandir a capacidade de detectar casos "e fazer com que eles sejam tratados, evitando o contágio". Com uma média de 1,5 ocorrências para cada 10 mil habitantes, o Brasil poderá ter esse número reduzido, com o programa, a menos de um caso a cada 10 mil habitantes.

Além de contagiosa, a hanseníase é uma doença infecciosa, causada por bacilos. Seu desenvolvimento depende de características do sistema imunológico da pessoa infectada. Os principas sintomas são: dormência nas extremidades das mãos e pés, manchas brancas e avermelhadas em qualquer parte do corpo, geralmente com perda de sensibilidade ao calor e ao frio, dor e diminuição da força muscular.

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