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Mulher que denunciou pai por agressão é presa suspeita de o matar em SP

Lucilene foi presa em flagrante e segue à disposição da Justiça. O UOL buscou o nome do defensor da investigada, mas não teve retorno

Por FolhaPress 30/06/2022 3h03
Foto: Reprodução

Uma mulher foi presa em flagrante em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, suspeita de matar o pai com golpes de barra de ferro.

Ela foi flagrada com o objeto nas mãos por um vizinho que ouviu gritos de socorro vindos do apartamento da família. Ao arrombar a porta, a testemunha disse ter encontrado Lucilene Yukie Yanagui, 51, em cima do corpo do pai, Oscar Yukie Yanagui, de 78 anos.

As informações foram compartilhadas em nota da SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo) ao UOL. O vizinho, um homem de 47 anos que não teve o nome revelado, chegou a acionar uma ambulância, mas Oscar foi declarado morto ainda no apartamento.

Policiais militares que atenderam ao chamado detalharam que ele estava caído atrás da porta de entrada.

Ao ser questionada sobre a autoria do crime, a filha do idoso afirmou às autoridades que teve “uma briga familiar corriqueira” com a vítima.

Vizinhos dos dois cederam entrevistas anônimas ao Cidade Alerta, da Record TV, logo após a prisão de Lucilene, na tarde de terça (28). Segundo o homem que arrombou a porta, ela teria dito: “Não adianta, você não vai salvá-lo, ele tem que morrer, a ambulância não vai chegar a tempo”.

A mulher ainda declarou ao delegado que cuida do caso, no 1° Distrito Policial de Guarulhos, que foi agredida pelo pai a vida inteira.

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Em uma busca nos registros, a polícia encontrou um Boletim de Ocorrência feito em 2016 por ela, em que a filha acusava o pai de desferir socos e tentar esganá-la em uma briga por herança. À emissora paulista, os moradores confirmaram ouvir brigas frequentes entre os dois.

Oscar morava no prédio havia 20 anos. Já a filha, veio do Japão há 10.

O caso foi registrado como homicídio pelo 1° DP, que requisitou perícia no apartamento.

Lucilene foi presa em flagrante e segue à disposição da Justiça. O UOL buscou o nome do defensor da investigada, mas não teve retorno. O espaço está aberto para manifestação.

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