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Trump assina decreto por padrões mais estritos na polícia

Além disso, afirmou que os padrões das polícias americanas são “os mais elevados” e que a grande maioria dos agentes é correta

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta terça-feira,16, um decreto para reforçar os padrões na polícia do país, após episódios recentes de excessos de agentes terem causado mortes e protestos, sobretudo a morte de George Floyd, um homem negro sufocado por um policial branco. Além das novas diretrizes na segurança, Trump mostrou otimismo com a reabertura econômica do país e previu uma reação rápida.

“Prometo lutar por justiça para todo o nosso povo”, disse o líder americano, pedindo que exista um trabalho para aproximar mais os policiais das comunidades, não afastá-los. “A lei e a ordem precisam ser restauradas em nosso país”, defendeu, dizendo que esse é o desejo da população. Ele elogiou os policiais, dizendo que estes “se arriscam todo dia por nossas vidas, merecem nossa gratidão”.

Além disso, afirmou que os padrões das polícias americanas são “os mais elevados” e que a grande maioria dos agentes é correta

Trump disse que, por exemplo, um policial não poderá agora usar a estratégia de sufocar um suspeito, a menos que a vida deste policial esteja em risco.

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Ele também criticou os protestos recentes em cidades do país, por causa de episódios de vandalismo e saques. “Os saqueadores não têm causa, só querem causar problemas”, afirmou, dizendo que trabalhará para que não ocorram mais saques ou incêndios.

O presidente americano ainda voltou a falar sobre o novo coronavírus. Além de repetir que este “veio da China”, em momento de tensões bilaterais, Trump disse que a economia americana tem se saído bem nessa emergência. “Estamos reabrindo, e rápido.”

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Trump mencionou o fato de que os mercados acionários americanos estão próximos dos níveis anteriores à pandemia. “Isso é ótimo”, disse, comentando que isso significará mais investimentos das empresas.

O presidente ainda mostrou otimismo sobre as pesquisas por vacinas e medicamentos, que segundo ele têm mostrado “muito progresso”. De qualquer modo, garantiu que, mesmo se não houver vacina, o país seguirá adiante. “Se houver vacina ou remédio eficaz, fantástico”, disse.

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Estadão Conteúdo




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