Brigando para manter vivo o sonho de conquistar um título ainda nesta temporada, o Vasco vai ao México nesta quarta-feira, quando encara o América, do México, às 21h50 (de Brasília), no Estádio Azteca, no confronto de ida das semifinais da Copa Sul-americana. O jogo de volta será em 24 de outubro, no Rio de Janeiro. Para chegar às quartas-de-final da competição, os cruzmaltinos precisaram eliminar o Atlético-PR e o Lanús-ARG nas duas fases anteriores.
Apesar de garantir que não irá priorizar nenhuma competição no Vasco, o técnico Celso Roth sabe que a Copa Sul-americana ganhou mais importância após a sequência de oito partidas sem vitórias no Campeonato Brasileiro, jejum que tirou qualquer possibilidade de os cariocas brigarem pelo penta nacional. O treinador cruzmaltino tenta minimizar o momento conturbado pelo qual passa sua equipe.
“Essa queda é natural, e o Vasco, como todos os outros times, tem momentos de instabilidade. Além disso, os adversários aprenderam a jogar contra o Vasco e a marcar nossas principais jogadas. Mas a torcida não pode reclamar, pois a entrega dos jogadores é inegável”, comentou Celso Roth.
Se no Brasileiro, o problema tem sido o fato de os adversários terem aprendido a jogar contra o Vasco, na Sul-americana o time deve ter outro adversário para o jogo desta quarta: a altitude de 2.235 metros na Cidade do México. Para tentar driblar o problema, a delegação carioca se hospedou na cidade de Monterrey, praticamente ao nível do mar, e só seguirá para o estádio horas antes da partida.
Enquanto Celso Roth tenta explicar os problemas que o Vasco enfrenta no momento e as dificuldades que devem surgir nesta quarta, os jogadores seguem calados, já que prossegue a determinação da diretoria para que nenhum atleta converse com a imprensa. O lateral-direito Wagner Diniz e o meia Perdigão voltam ao time após cumprirem suspensão no último final de semana pelo Campeonato Brasileiro. Dos 25 inscritos na Sul-americana, quatro jogadores não puderam viajar: o zagueiro Luizão, o volante Xavier, o meia Morais e o atacante Romário, todos por problemas médicos.
Problemas no Vasco e a situação não muito diferente no América. A equipe mexicana vive uma crise no campeonato local, onde ocupa a 12ª colocação. Após uma derrota no última final de semana, a diretoria demitiu o técnico Luís Fernando Tena e contratou Daniel Brailovski, que trocou o cargo de comentarista para assumir o time que defendeu como jogador na década de 80.
“É um grande desafio, mas estou pronto para tentar ajudar o América neste momento. Espero poder começar com uma boa vitória”, disse o treinador. Para tentar vencer o primeiro jogo, o América confia no trio ofensivo formado pelo uruguaio Rodrigo López, o paraguaio Cabañas e o jovem Mosqueda. Este último defendeu a seleção mexicana recentemente em um amistoso contra o Brasil.
FICHA TÉCNICA
AMÉRICA-MEX X VASCO-BRA
Apesar de garantir que não irá priorizar nenhuma competição no Vasco, o técnico Celso Roth sabe que a Copa Sul-americana ganhou mais importância após a sequência de oito partidas sem vitórias no Campeonato Brasileiro, jejum que tirou qualquer possibilidade de os cariocas brigarem pelo penta nacional. O treinador cruzmaltino tenta minimizar o momento conturbado pelo qual passa sua equipe.
“Essa queda é natural, e o Vasco, como todos os outros times, tem momentos de instabilidade. Além disso, os adversários aprenderam a jogar contra o Vasco e a marcar nossas principais jogadas. Mas a torcida não pode reclamar, pois a entrega dos jogadores é inegável”, comentou Celso Roth.
Se no Brasileiro, o problema tem sido o fato de os adversários terem aprendido a jogar contra o Vasco, na Sul-americana o time deve ter outro adversário para o jogo desta quarta: a altitude de 2.235 metros na Cidade do México. Para tentar driblar o problema, a delegação carioca se hospedou na cidade de Monterrey, praticamente ao nível do mar, e só seguirá para o estádio horas antes da partida.
Enquanto Celso Roth tenta explicar os problemas que o Vasco enfrenta no momento e as dificuldades que devem surgir nesta quarta, os jogadores seguem calados, já que prossegue a determinação da diretoria para que nenhum atleta converse com a imprensa. O lateral-direito Wagner Diniz e o meia Perdigão voltam ao time após cumprirem suspensão no último final de semana pelo Campeonato Brasileiro. Dos 25 inscritos na Sul-americana, quatro jogadores não puderam viajar: o zagueiro Luizão, o volante Xavier, o meia Morais e o atacante Romário, todos por problemas médicos.
Problemas no Vasco e a situação não muito diferente no América. A equipe mexicana vive uma crise no campeonato local, onde ocupa a 12ª colocação. Após uma derrota no última final de semana, a diretoria demitiu o técnico Luís Fernando Tena e contratou Daniel Brailovski, que trocou o cargo de comentarista para assumir o time que defendeu como jogador na década de 80.
“É um grande desafio, mas estou pronto para tentar ajudar o América neste momento. Espero poder começar com uma boa vitória”, disse o treinador. Para tentar vencer o primeiro jogo, o América confia no trio ofensivo formado pelo uruguaio Rodrigo López, o paraguaio Cabañas e o jovem Mosqueda. Este último defendeu a seleção mexicana recentemente em um amistoso contra o Brasil.
FICHA TÉCNICA
AMÉRICA-MEX X VASCO-BRA
Local: Estádio Azteca, na Cidade do México (México)
Data: 10 de outubro de 2007, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Martin Vásquez (Uruguai)
Assistentes: Fernando Cabrera e Mauricio Espinoza (ambos do Uruguai)
AMÉRICA: Ochoa; Castro, Rojas, Davino e Cervantes; Insúa, Villa, Argüello e Mosqueda; Cabañas e Rodrigo López
Técnico: Daniel Brailovski
VASCO: Sílvio Luiz; Júlio Santos, Jorge Luiz e Vilson; Wagner Diniz, Amaral, Perdigão, Conca e Rubens Júnior; Alan Kardec (Enilton) e Leandro Amaral
Técnico: Celso Roth